sexta-feira, 12 de abril de 2013

Comércio Ribeirinho Solidário



Comércio Ribeirinho Solidário
Alternativa para Geração de Renda na Amazônia


A cartilha “Comércio Ribeirinho Solidário: uma alternativa para geração de renda na Amazônia”, divulgada pelo IPAM, foi produto de um projeto desenvolvido em 2012 entre IPAM e ASPROC, com apoio do CNS (Conselho Nacional das Populações Extrativistas) e AMARU (Associação do Moradores da RDS Uacari) e aporte financeiro do Ministério da Justiça e da Climate and Land Use Alliance (CLUA).





O projeto teve como objetivo fortalecer a iniciativa “Comércio Ribeirinho Solidário do Médio Juruá”, criado pela ASPROC em 2009, através de investimentos nas estruturas físicas que envolvem o comércio e a associação, além da elaboração de um plano de negócios e outras capacitações.
Através do desenvolvimento do projeto, foi possível identificar as potencialidades e barreiras do Comércio Ribeirinho Solidário e propor sugestões de como a organização comunitária pode contribuir para o fortalecimento do comércio da região.
A publicação, que pode ser utilizada como subsídio para que o modelo possa ser utilizado em outras regiões da Amazônia, aponta que o planejamento para implementação de um comércio ribeirinho é fundamental para garantir os recursos necessários para a execução de suas atividades.




De acordo com os pesquisadores do IPAM e representantes da ASPROC, o modelo proposto pela cartilha contribui para a melhoria na renda das famílias ribeirinhas, melhora a qualidade de vida na região e permite que estas famílias exerçam ainda mais intensamente o papel de protetoras e guardiãs da floresta.
O IPAM e a ASPROC também divulgaram recentemente o “Plano de negócios: Comércio Ribeirinho Solidário”, que tem por objetivo fornecer uma visão objetiva, crítica e imparcial do Comércio Ribeirinho do Médio Juruá, e, assim, à luz da viabilidade social e econômica do “Comércio Ribeirinho Solidário”, servir como ferramenta operacional de gerenciamento, comunicação e planejamento do negócio.

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