quinta-feira, 4 de abril de 2013

Nióbio: A Exploração Socioambiental dos Recursos Naturais da Amazônia


São Gabriel e Serrado do Sol:

Centros da Exploração Socioambiental no Contrabando de Nióbio para os EUA, Inglaterra e Ásia.

 

Somos grandes milionários bafejados pela natureza, todavia, ainda, não nos apercebemos disso. O nosso nióbio é um metal mais precioso do que o ouro, pois, sem ele, as ligas super-resistentes não existiriam para fabricar os foguetes interplanetários, satélites, turbinas para motores a jato, mísseis, centrais elétricas, super-aços, armamentos e outros produtos estratégicos modernos.





O Brasil detém 98% de todo nióbio existente no planeta, ficando o Canadá com a mixaria de 2%.

As maiores jazidas mundiais de nióbio, no Brasil, encontram-se no Amazonas (São Gabriel da Cachoeira) e Roraima (Raposa Serrado do Sol)[1], sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva Raposa, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.





Há fortes indícios que a própria FUNAI esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA, Europa e Ásia. Quem dita os preços desse valoroso e estratégico minério é a atravessadora Inglaterra. O Brasil apenas assiste a banda passar.
A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil. Embora ricos em potencial, o nosso povo ainda passa sede e fome no Nordeste brasileiro. Que Deus nos assista!





[1] De acordo com Adriano Benayon**, 61% do nióbio são provenientes de Araxá-MG, 21% das reservas em Catalão-GO e outros 12% em São Gabriel da Cachoeira-AM. O fato de Benayon** não citar a Reserva Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, e de não considera-la juntamente com São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, como as principais reservas de nióbio do mundo pode ser um indicativo de que o Coronel Pinheiro* não tenha pleno conhecimento do assunto ou que as informações de Benayon** sejam meramente enciclopédicas ou orientadas pelos exploradores a fim de desviarem a atenção da Região Norte e Noroeste do País onde o contrabando pode ocorrer com maior facilidade e fluidez do que a partir da Região Sudeste e Central do Brasil.


Com exceção do título e da nota [1], o texto é de José Batista Pinheiro*





O Sr. José Batista Pinheiro é coronel  reformado do Exército Brasileiro (01616870-5 MD) e pertenceu ao Grupo Guararapes.

* *Adriano Benayon é doutor em economia pela Universidade de Hamburgo, ex-diplomata do Itamarati e autor do livro “Globalização versus Desenvolvimento”. 
http://amigosdatvbrasil.blogspot.com.br/2012/05/entrevista-com-o-ministro-do-trabalho.html



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