segunda-feira, 19 de maio de 2014

NT Kaiowá


O Novo Testamento em Guarani Kaiowá

Edição 2012

"Nhandejáry Nhe"

”Nhandejáry nhe ohai uka vaekwe Hesu oho jevy rire yváy-py karai ombohéry Novo Testamento. Oĩ vinte e sete upeixagwa kwatia nhe.”


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Guarani Kaiowá
Nome alternativo: Caiwa, Caingua, Cayua, Caiua, Kayova, Kaiova, Caiwá, Kaiwá, Pai-Tavyterã, Tembekuára
Onde estão, Quantos são: MS - 31.000 (Funasa, Funai, 2008); Paraguai - 12.964 (II Censo Nacional Indígena, 2002)
Família linguística: Tupi-Guarani

Três aspectos da vida guarani expressam uma identidade que dá especificidade, forma e cria um "modo de ser guarani": a) o ava ñe'ë (ava: homem, pessoa guarani; ñe'ë: palavra que se confunde com "alma") ou fala, linguagem, que define identidade na comunicação verbal; b) o tamõi (avô) ou ancestrais míticos comuns e c) o ava reko (teko: "ser, estado de vida, condição, estar, costume, lei, hábito") ou comportamento em sociedade, sustentado em arsenal mítico e ideológico. Estes aspectos informam ao ava (homem guarani) como entender as situações vividas e o mundo que o cerca, fornecendo pautas e referências para sua conduta social (Susnik, 1980: 12).
Há, contudo, entre os subgrupos guarani-ñandeva, guarani-kaiowá e guarani-m’byá existentes no Brasil, diferenças nas formas linguísticas, costumes, práticas rituais, organização política e social, orientação religiosa, assim como formas específicas de interpretar a realidade vivida e de interagir segundo as situações em sua história e em sua atualidade. Esta seção privilegia informações sobre os grupos ñandeva e kaiowá. Há uma seção específica dedicada aos M’byá.

Língua
A língua guarani é falada por diferentes povos e de diferentes modos. De acordo com o linguista Aryon Dall'Igna Rodrigues, os Ñandeva, Kaiowá e M’byá falam dialetos do idioma guarani que se inclui na família linguística Tupi-Guarani, do tronco linguístico Tupi. Neste rol se incluiriam também os povos chiriguano, guarani-ñandeva (Chaco paraguaio), ache, guarayos e izozeños, habitantes da Bolívia e Paraguai. Uma variante do guarani é falada pela população (provavelmente 90%) não indígena do Paraguai, país bilíngue guarani/espanhol.
Levando-se em conta as longas distâncias entre os diferentes subgrupos guarani, são relativamente pequenas as diferenças entre suas línguas. Em situações territoriais limítrofes, onde ocorre contato entre subgrupos guarani (como o caso de Ocoy e Tekoha Añetete, no Paraná entre M’byá e Ñandeva), ou em situações compulsórias de relações de grupos macro familiares (famílias extensas) de subgrupos diversos numa mesma área (como Kaiowá e Ñandeva de Dourados, Caarapó ou Amambai no MS; ou como Chiripa e M’byá no Ocoy, PR), se observam atenuantes nas diferenças dialetais ou o surgimento de um léxico específico.
Os três subgrupos revelam vigorosa energia em manter sua língua viva e nada indica que isto tenda a arrefecer, mesmo em situações de alto grau de escolarização e de relações inter étnicas. A língua, ou, melhor, a palavra, para os Guarani da atualidade assume relevância cosmológica e religiosa, representando importante elemento na elaboração da identidade étnica.

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