sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Felicidade em Ascensão no Mundo!


Felicidade em Ascensão no Mundo!
Gallup International*



*Devido às incongruências encontradas entre as informações disponibilizadas nesta pesquisa da Gallup International (logo mais abaixo) e o conteúdo do vídeo produzido pela Globo News - em Pauta (acima), sobre os resultados da pesquisa, seguiu, nesta data, e-mail com o seguinte teor para os canais competentes da Rede Globo de Televisão:

Na matéria intitulada "Pesquisa divulga lista dos povos mais infelizes do mundo" publicada no site da Globo News - Em Pauta, em 02/01/2015, a jornalista Sandra, em Nova York, comunica alguns resultados importantes da pesquisa disponibilizada a partir de 30/12/2014, pelo Instituto WIN/Gallup International.






Ocorre que, durante a apresentação dos “Países Menos Felizes”, (que seguiu após a apresentação dos “Países Mais Felizes”) a jornalista Sandra, assim como também era exibido no painel do programa, destaca a Grécia como 1º colocado, liderando com 24% de pessoas "felizes", enquanto a pesquisa do Gallup aponta 24% de pessoas infelizes ou muito infelizes.






O mesmo equívoco ocorre com a apresentação do Iraque, quando a jornalista o apresenta como 2º colocado com 69% de "infelizes" e 31% de "felizes", enquanto o Gallup divulga 31% de infelizes, e, portanto, tem o Iraque, e não a Grécia, como 1º colocado na lista de “Países Menos Felizes”.
O que precisamos saber é se o erro partiu da jornalista, da produção ou do Instituto Gallup, pois é certo que a questão requer emissão de errata nos moldes do bom senso, em atenção ao compromisso com a qualidade da informação divulgada à população.
Peço, encarecidamente, informar sobre possibilidade do Gallup ter corrigido as informações no site do Instituto, após terem sido divulgadas pela GloboNews.

Certo de sua compreensão, 

Aguardo um breve retorno.

Márcio Monteiro Rocha



Algumas considerações importantes...
De acordo com a opinião geral dos brasileiros, uma pessoa que afirma ser feliz, mesmo em meio à miséria, é uma pessoa “doente”, e não uma pessoa feliz. Particularmente, considero esta opinião extremamente importante para a reflexão sobre o assunto. No entanto, para sustentá-la, seria necessário considerar inválidas todas as pesquisas e estudos científicos, teóricos e de campo, já realizadas na área de ciências sociais e políticas, além de todo esforço empreendido no campo do desenvolvimento humano e econômico.
Anular estes resultados, naturalmente denunciantes, é meta imprescindível ao pequeno percentual humano detentor das fontes de riqueza da terra e dos meios de produção criados para sua manufatura. Em termos mais objetivos, a miséria humana precisa ser mantida e sempre reconstituída, através da injustiça social e econômica para que coexistam dois fatores preponderantes ao atual senso de desenvolvimento econômico: (1) a determinação em não ser contado entre os miseráveis, e (2) a força de trabalho que esta determinação produz. Desde que a história tem sido registrada, o único beneficiário neste processo é aquele pequeno percentual humano detentor das riquezas e meios de produção.
A realidade objetiva dos fatos revela a felicidade dos empobrecidos, e é divulgada por meio de um jornalismo desrespeitoso, como foi o caso do programa “Em Pauta” na Globo News. Entre todas as riquezas exploradas das nações, uma não tem sido possível tirar delas: sua felicidade. Como isso é possível? Somente os empobrecidos e os resultados das pesquisas é que possuem esta resposta, razão pela qual organizações como o Instituto Gallup, executoras da pesquisa, não tem o poder de publicá-las.
As pessoas que se privam desta reflexão, o fazem com o fim de sustentar um modo diametralmente oposto de interpretar o assunto. Alcançar o triunfo pessoal, satisfazendo as solicitudes da própria vontade, é objetivo inegociável destas pessoas. No entanto, tal objetivo não repousa sobre uma reflexão diligente sobre as vicissitudes da existência humana, mas sobre as determinações de um sistema econômico-financeiro excludente e insustentável.
Os resultados destas pesquisas são amplamente discutidas em livros, teses de doutorado e pesquisas institucionais produzidas em todo o mundo. Parte delas pode ser encontrada na internet. Uma busca cuidadosa fará com que qualquer pessoa deixe o condicionamento da ignorância autocontrolada, e passe a cultivar uma consciência viva e ativa em meio à realidade envolvente.

“E continuou, dizendo a todos: Prestem atenção! Tenham cuidado com todo tipo de avareza porque a verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam muitas.”
-- Lucas 12.15 

“A felicidade não se encontra nos bens exteriores.”
-- Aristóteles





A pesquisa anual da Gallup Internacional mostra que a felicidade está em ascensão.
 Zurique, Suíça - 30 de dezembro 2014

Gallup International, líder mundial em pesquisa de mercado e sondagens, publicou o sua 38º pesquisa sobre as perspectivas, expectativas, opiniões e crenças de 64.002 pessoas de 65 países em todo o mundo.
A pesquisa é uma tradição anual iniciada em 1977 pelo presidente da associação, Dr. George Gallup, e realizada todos os anos desde então. Este ano foi realizado pela Associação Internacional WIN / Gallup em 65 países ao redor do mundo.

Dados principais:
1)    70% das pessoas em todo o mundo dizem que estão felizes com a sua vida. No ano passado, eram 60%, mas apenas 42% acreditam que 2015 será um ano de prosperidade econômica para o seu país;
2)    Fiji é o país mais feliz do mundo (93%), enquanto o Iraque é o menos feliz (31%);
3)    África (75%) e Ásia (63%) são os mais confiantes de que 2015 será melhor do que 2014;
4)    Apenas 12% dos europeus ocidentais acreditam que 2015 será um ano de prosperidade económica;
5)    Três em cada cinco pessoas no mundo iria para a guerra pelo seu país, incluindo Oriente Médio e África do Norte (77%), em contraste com a Europa Ocidental (25%).

Jean-Marc Leger, Presidente da WIN/Gallup International Association, disse:
"Embora as perspectivas para a economia do mundo permaneçam imprevisíveis, nossa felicidade se recusa a diminuir e continua a se elevar em todo o globo. A pesquisa deste ano também destaca que as pessoas de todo o mundo estão cada vez mais otimistas e acreditam que 2015 será um ano bom."

Um mundo mais feliz em 2015
Com 2014 chegando ao fim, 70% dos entrevistados na pesquisa WIN/Gallup dizem estar felizes, 10% a mais que 2013. Das 64.002 pessoas entrevistadas, apenas 6% se declararam insatisfeitas, em comparação ao ano passado (12%), enquanto que aqueles que não são nem felizes, nem infelizes mantiveram-se estáveis, em 23%, contra 26% no ano passado.
 A África parece ser a região mais feliz em 2014, com 83% dos entrevistados felizes em todo o continente, seguida pela Ásia (77%). Enquanto isso, aquelas da Oceania, região do Oriente Médio e Norte da África e Europa Ocidental são os menos satisfeitos com 14%, 13% e 11%, respectivamente, respondendo que elas são ou infelizes ou muito infelizes.
Juntando Leste e Oeste, a Finlândia provou ser o país mais feliz da Europa, onde 80% das pessoas disseram que estavam felizes, ainda que de alguma forma tímidas em relação a Fiji, nação mais feliz deste ano, onde 93% das pessoas disseram que estavam felizes ou muito felizes. A nação da Europa Ocidental mais infeliz deste ano foi a Grécia, onde 24% das pessoas entrevistadas disseram que eram ou infelizes ou muito infelizes, o que não surpreende, dada a recente turbulência econômica no país. Novamente, isso é de alguma forma menos do que o pais mais infeliz do mundo, que foi o Iraque, onde cerca de um em cada três pessoas (31%) disse que era ou infeliz ou muito infeliz.

Escalas de Otimismo
Do ponto de vista global, a pesquisa mostra que cerca de metade (53%) dos entrevistados acham que 2015 vai ser melhor do que 2014, 5% a mais que ano passado. O número dos que pensam que será pior caiu de 15% para 5%África (75%) e Ásia (63%) são os mais otimistas sobre o próximo ano. Por outro lado, a Europa Oriental, região do Oriente Médio e Norte da África e Europa Ocidental provou ser as regiões mais pessimistas, com 28%, 27% e 26%, respectivamente, pensando que 2015 será pior do que o de 2014.
Nigéria provou ser o país mais positivo para 2015, com 85% que acham que vai ser melhor Considerando que o Líbano foi mais pessimista, com apenas 26% dizendo que eles acreditam que será melhor e 52% acreditam que será pior.

Economias ocidentais em foco
Quando perguntado se o próximo ano teria prosperidade econômica, 42% dos entrevistados disseram que será melhor, enquanto 23% disseram que haverá dificuldades econômicas. Contudo, países da Europa Ocidental acreditam que a economia vai se arrastar durante 2015, 44% acreditam que será o mesmo que 2014, e 40% acreditam que será um ano difícil, em contraste com apenas 12% que acreditam que haverá prosperidade econômica. 
Este é um sentimento corrente no ano passado, quando 42% acreditavam que neste ano haveria dificuldades econômicas, e 11% achavam que haveria prosperidade. Além de ser otimista sobre 2015 como um todo, a Nigéria também provou ser o mais otimista sobre a economia, com 80% acreditando que será um ano próspero. Os países mais pessimistas pesquisados ​​foram a França, Sérvia, Grécia e Bélgica, onde 57%, 56%, 54% e 54%, respectivamente, disseram que no próximo ano haverá dificuldades econômicas e apenas 6%, 15%, 12% e 4%, respectivamente disseram que haverá prosperidade econômica. 

Você luta por seu país?
No ano que marcou o centenário do início da "Grande Guerra" é notável ver como as pessoas responderam se elas estariam dispostas a lutar por seu país. Globalmente, 60% disseram que estariam dispostas a pegar em armas em favor do seu país, enquanto 27% não estariam dispostas. 
Europa Ocidental provou ser a região mais reservada a lutar por seu país com apenas 25% dizendo que lutaria, enquanto a metade (53%) afirmou que não lutaria por sua bandeira. 
Isso contrasta fortemente com as pessoas dos países árabes do Oriente Médio e Norte da África, que são os mais propensos a lutar por seus países (77%), seguidos por aqueles que vivem na Ásia (71%).
 44% dos entrevistados nos EUA disseram que vão lutar por seu país, enquanto  apenas 27% no Reino Unido, 29% na França e 18% na Alemanha disseram que vão lutar por seu país.
Apesar de ser amplamente reconhecida por sua neutralidade, 39% das pessoas da Suíça disseram que estariam dispostos a ir para a guerra pelo seu país. Foram os italianos que se revelaram menos dispostos a pegar em armas pelo seu país com 68% recusando-se a fazê-lo.

Você poderá acessar e baixar o arquivo completo da pesquisa do Fim do Ano 2014Final do Ano 2014
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 Para mais informações por favor contateSarah Weill


Veja também:

Otimismo e Esperança entre os Emergentes! http://bit.ly/EsperançaGallup 


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