quinta-feira, 14 de maio de 2015

NT Apinayé

O Novo Testamento na Língua Apinayé
“Tĩrtm Kapr à Kagà Nyw”
Edição 2010


Apinayé paramentado com cocar de penas de arara.
Foto - Curt Nimuendajú, 1937.



Recursos na Língua Apinayé:
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O Filme Jesus na Língua Apinayé




Introdução

Os Apinayé estão classificados como Timbira Ocidentais e caracterizam-se por uma sofisticada organização social composta por vários sistemas de metades cerimoniais e aldeias relativamente populosas. Na segunda metade do século XX, porém, sofreram uma grande depopulação e desestruturação social, quando seu território foi invadido por centenas de famílias de migrantes e tiveram suas terras cortadas por estradas, como a Belém-Brasília e a Transamazônica (veja em "Histórico do contato").O traçado desta influenciou a exclusão de uma parcela de seu território tradicional na demarcação oficial de sua terra, a qual eles vêm buscando recuperar.

Jovem apinajé paramentado e dispondo de arco e flecha cerimoniais. Foto Curt Nimuendaju, 1931
Jovem Apinayé paramentado e dispondo de arco e flecha cerimoniais.
Foto - Curt Nimuendajú, 1931

Nome
Apinayé ou Apinajé não é autodenominação do grupo, porém é atualmente a forma com os quais se designam e são designados pelos demais grupos Timbira e por seus vizinhos regionais. No vocábulo Timbira Oriental, o sufixo yê/jê assinala coletividade.
Curt Nimuendajú fornece outras designações para o grupo, todas elas derivadas do termo hôt ou hôto entre os Timbira Orientais, que significa “canto” e se refere ao território tradicional dos Apinajé localizado no “canto” formado pelo Araguaia e Tocantins, região conhecida como Bico do Papagaio.

Perfuração da orelha em ritual de iniciação. Foto - Curt Nimuendaju, 1937.Perfuração da orelha em ritual de iniciação.
Foto - Curt Nimuendajú, 1937.

Localização

Os Apinajé nunca deixaram de habitar a região compreendida pela confluência dos rios Araguaia e Tocantins, cujo limite meridional era dado, até o início do século XX, pelas bacias dos rios Mosquito (no divisor de águas do Tocantins) e São Bento (no Araguaia).

Apinajé paramentado com cocar de penas de arara. Foto - Curt Nimuendaju, 1937.Iniciação dos guerreiros novos. Moços e moças preparando as toras para a corrida. Foto - Curt Nimuendajú, 1937.

Do ponto de vista da conservação dos ecossistemas locais, a Terra Indígena Apinajé está relativamente bem preservada, tendo se recuperado rapidamente da degradação provocada pela presença de mais de 600 famílias de regionais em suas terras até a demarcação da área em 1985.
A Terra Indígena Apinajé tem a interferência de duas estradas de terra que estão em obras com vistas a seu asfaltamento:
  • TO 126: liga os municípios de Tocantinópolis e Itaguatins, passando por Maurilândia, seccionando no sentido norte-sul todo o território em seu lado leste; ao longo de seu eixo estão localizadas as aldeias do PIN Apinajé (Mariazinha, Botica, Riachinho e Bonito);
  • TO 134: do município de Anjico ao entroncamento da BR 230, seguindo até Tocantinópolis, sendo, em um trecho, limite sul da área. Esta estrada, asfaltada recentemente, passa a poucos quilômetros da aldeia São José.
Até 1999, a BR 230, mais conhecida como Transamazônica, atravessava o território apinajé aproximadamente por 30 Km e continuava como limite em sua parte oeste. Em junho de 1997 o Ibama interditou as obras da BR 230, em seu trecho Araguatins-Estreito, exigindo o licenciamento ambiental para o prosseguimento das obras.

Homens sobre andas caminhando pela aldeia. Foto - Curt Nimuendaju, 1937.Homens sobre andas caminhando pela aldeia.
Foto - Curt Nimuendajú, 1937.

Depois de audiências públicas e de uma paralisação por parte dos Apinajé dos trabalhos de asfaltamento da rodovia, houve a mudança do traçado oficial. Do trevo do Prata, como é conhecido, a BR 230 segue para Nazaré, com o nome de TO 134, de onde segue para o município de Lagoa de São Bento.


Histórico do contato
Os primeiros “civilizados” a alcançar o território ocupado pelos Apinayé foram jesuítas que, entre 1633 e 1658, empreenderam quatro entradas Tocantins acima, a fim de “descerem” índios para as aldeias do Pará. À medida que os caminhos pelos rios Araguaia e Tocantins foram sendo abertos, o contato com os grupos indígenas que habitavam esta região tornou-se mais constantes e as referências aos Apinayé cada vez mais precisas. Os rios Araguaia e Tocantins tiveram várias expedições coloniais a percorrer suas águas no primeiro quartel do século XVIII, vindas não apenas do Sul, mas também do Maranhão e Pará, que disputavam a posse da rica região aurífera recentemente descoberta pelos bandeirantes de São Paulo no sul de Goiás. Até o final do século XVIII os Apinayé entraram diversas vezes em contato hostil com os “civilizados”, empreendendo “correrias” pelo Tocantins para apoderarem-se de ferramentas.
Em consequência dessas correrias foi fundado, em 1780, o posto militar de Alcobaça, que apesar de suas seis peças de artilharia foi abandonado devido as incursões dos Apinayé. E, em 1791, foi fundado outro posto militar no rio Arapary. Em 1797 foi fundado o posto São João das Duas Barras, atual São João do Araguaia. Esse fato marcou a entrada dos Apinayé em contato permanente com a sociedade nacional.
Entretanto, as relações entre a guarnição do posto e os índios continuaram conflituosas. Em 1810 foi fundada, por um comerciante, a localidade de São Pedro de Alcântara. Estabelecendo relações amistosas com os vizinhos Krahô, os Apinayé utilizaram-se deles para atacar outros grupos indígenas. Em 1826, foi fundado no próprio território então ocupado pelos Apinayé o primeiro povoado, Santo Antônio, logo abaixo da cachoeira das Três Barras.  Possuíam então os Apinayé cinco aldeias. Em 1816 este vilarejo foi incorporado ao arraial de São Pedro de Alcântara, formando então a cidade de Carolina, na margem maranhense do Tocantins.
Em 1824, o arraial de Carolina contava com uma população de 81 “brancos” e cerca de 120 a 150 Apinayé. Neste mesmo ano, Cunha Mattos, localizou os Apinayé em quatro aldeias com uma população aproximada de 4.200 índios. Em 1831 seria fundada Boa Vista, que se tornaria a atual Tocantinópolis, reunindo uma pequena população nordestina, provavelmente constituída por elementos refugiados dos frequentes conflitos entre chefes políticos nordestinos.
Em 1840, é fundada por Frei Vito uma missão em uma das aldeias Apinayé, estendendo sua influência a outras três, atingindo um total de cerca de três mil índios. A tradição oral do Apinayé não guarda lembrança deste aldeamento, fazendo menção à fundação de Boa Vista apenas a partir da chegada de Frei Gil Vilanova, em finais do século XIX.
Em 1850, já navegavam pelo Tocantins de maneira regular 31 embarcações comerciais, empregando quase 500 pessoas, ao passo que a navegação no Araguaia continuava fortemente dependente de auxílio governamental. Mas ainda na segunda metade do século XIX a população Apinayé era numericamente expressiva, sendo revelada pelos vários relatórios oficiais de negócios da Província de então. Em 1851, o aldeamento de Boa Vista era calculado como tendo 2.822 índios. Em 1877, novo relatório provincial informava uma população de 1.564 Apinayé, justificando o decréscimo populacional em razão de uma epidemia de sarampo.

Contato e depopulação
Em fins do século XIX, a ocupação da região dos Apinayé adquiriu caráter mais sistemático, iniciando a história dos conflitos pela posse da terra no local. As consequências desta ocupação foram arrasadoras: ao mesmo tempo em que a população “branca” aumentava, os índios sofreram uma diminuição drástica em seu contingente populacional. Em 1897, Coudreau estimou a população Apinayé em 400 pessoas e na virada do século Buscalioni, em expedição a Goiás, visita os Apinayé da aldeia de S. Vicente e calcula sua população em cerca de 150 indivíduos. Assim os Apinayé, que até então haviam sido o grupo humano mais expressivo da região, conhecida como “Bico do Papagaio” ou “Triângulo do Tocantins”, ingressam no novo século como uma minoria inexpressiva frente aos ocupantes regionais em pleno processo de ocupação fundiária.
Nos primeiros anos do século XX, a região do “Bico do Papagaio” foi alcançada por uma frente extrativista de babaçu, que veio se juntar à pecuária como uma das principais atividades econômicas. Nesta região, diferentemente do que ocorria nas zonas de extração de borracha e castanha, pouco mais ao norte, nenhuma atividade econômica adquiriu hegemonia sobre as outras. A pecuária perdeu a força quando a frente de expansão nordestina atravessou o Tocantins, devido às dificuldades de transporte do gado para os mercados consumidores do Nordeste.
O babaçu, de menor preço e não sofrendo com as variações do mercado internacional, como a borracha e a castanha, jamais chegou a envolver o conjunto da população do município. Assim o povoamento do território Apinayé ocorreu de maneira relativamente constante durante o século XX, sem bruscas mudanças econômicas e sociais. Essa situação foi essencial para a sobrevivência dos Apinayé, ainda que com a população significativamente diminuída nos últimos anos do século XIX.
Entre 1928 e 1937, Nimuendajú visitou várias vezes os Apinayé, apresentando um relato bastante pessimista da situação fundiária de então no território indígena:
(...) de seu antigo território, dificilmente uma parte sequer dele está em posse da tribo, pois os colonos neo-brasileiros estão espalhados por todo o seu habitat hereditário, ainda que esparsamente. Até cerca de 20 anos atrás, não ocorrera a nenhum Apinayé suspeitar que isso representasse algum perigo para seu próprio futuro. Pelo contrário, eles aceitaram de bom grado, por seu valor aparente, os protestos de amizade dos intrusos, e quando abriram seus olhos já era muito tarde......todo o seu território tem agora senhores estranhos, e o pouco que sobrou corre perigo de ser apropriado algum dia por algum fazendeiro suficientemente poderoso e sem escrúpulos.
A possibilidade de uma certa convivência entre os Apinayé e regionais era dada pela própria forma de ocupação da região pela sociedade nacional: uma população dispersa, vivendo basicamente da agricultura de subsistência, criação de animais de pequeno porte e extração, em pequena escala, de babaçu. Esta população pôde manter relações personalizadas com os Apinayé, como, por exemplo, as relações de compadrio, comum nas zonas camponesas do país. Este tipo de relação nunca foi possível, por exemplo, em zonas de extração de castanha-do-Pará e de borracha, onde a organização do trabalho no regime de barracão impediu qualquer contato individualizado com os índios.
Esta era, basicamente, a natureza da ocupação do território Apinayé por não-índios até a década de 1940, excetuando-se o limite leste (território do subgrupo Krindjobrêire e atual município de Nazaré), ocupado por criadores de gado. Até 1940 são constantes também os registros de epidemias (sarampo, febre, varicela) que dizimaram grande parte da população Apinayé.
Por volta de 1944 o Serviço de Proteção aos Índios instala na aldeia São José (ainda Bacaba) um posto de Assistência como forma de mediar estes conflitos. Sem dúvida a criação do Posto do SPI auxiliou a recuperação demográfica do grupo, já iniciada na década de 1930. Apesar de não conseguir evitar novas invasões e nem buscar alternativas judiciais, o SPI institucionalizaria a prática do “arrendamento” como meio de demonstrar aos regionais que “habitavam em terra alheia”. No final dos anos 50 estes arrendamentos deixariam de ser cobrados e muitos dos antigos posseiros acabaram por “vender” suas posses.
Com a instalação do posto do SPI, os Apinayé passaram a ser estimulados pelos funcionários deste serviço a se engajarem na coleta do coco babaçu. A partir dos anos 70, com a presença da Funai na área, passaram a ser pressionados a produzirem babaçu em escala industrial. A Funai substituiu a cantina do SPI por outra gerenciada em moldes “empresariais”, como instância intermediária para a comercialização do coco coletado pelos Apinayé.
Em 1976, o antropólogo Roberto da Matta anotou que os Apinayé consideravam a coleta de babaçu como um “mal necessário”: coletar e quebrar coco era para eles uma atividade marcadamente negativa quando comparada às atividades tradicionais de caça e agricultura. Primeiro por ser uma atividade de coleta e segundo por ser uma atividade orientada para a venda que não implica nas mesmas obrigações sociais que a caça e a agricultura.
Os recursos do Convênio CVRD/Funai (a partir de 1982) vieram a consolidar esta forma de atuação da Funai: na aldeia Mariazinha, os índios foram sendo obrigados a vender sua produção exclusivamente no posto, sem a anterior alternativa de procurar um comprador que remunerasse melhor o produto, tendo como “contrapartida” o  patrocínio pela Funai  de grandes roças de arroz,  através de “projetos de desenvolvimento comunitário”. Foi sendo construído um regime de trabalho no qual os índios dessa aldeia ou trabalhavam na “roça do projeto” ou tiravam e quebravam coco para a cantina, ambos controlados integralmente pela Funai. Atividades de caça e pesca só eram permitidas aos domingos, os índios não possuíam roças familiares e disputavam seus babaçuais com os regionais.
Como reação a esse sistema, a aldeia Mariazinha se segmentaria no início dos anos 1990, dispersando a maioria das famílias para outras regiões da área indígena, onde voltariam a viver exclusivamente das roças de subsistência e da caça e coleta de frutas nativas - como as demais aldeias.
Ao Norte, na aldeia Cocalinho, a falta de assistência da Funai obrigou as famílias ali residentes a permitirem, entre 1990 e 94, a retirada de madeira de lei, fava d’anta e jaborandi por terceiros, mediante o pagamento de uma quantia que lhes permitisse adquirir algum bem industrializado para o PI. Depois de 1995, com a retirada, pela Funai, dos últimos invasores daquela parte da reserva, este tipo de “arrendamento” não tem mais sido feito pelos índios.
Se o processo de ocupação do território Apinayé vem se dando desde o final do século XVIII, acentuando-se no início do século XX, ele foi sem dúvida intensificado com a implantação dos grandes projetos de desenvolvimento na região norte de Goiás, principalmente depois da construção das rodovias Belém-Brasília e Transamazônica, que cortam o território Apinayé. Ao longo desta última estrada existiam até a demarcação física da área Apinayé, em 1985, pequenos núcleos de moradores onde antes estavam situados os acampamentos de obras. Estes núcleos que viviam da venda de refeições, café, cachaça aos usuários da estrada trouxeram inúmeros problemas para os Apinayé, servindo como polo de prostituição e transmissão de doenças, além de terem devastado o seu entorno em 10 anos de existência, o que os Apinayé não fizeram em mais de cem anos de ocupação.



Apinayé: Uma Língua do Brasil
ISO 639-3 APN
Nomes alternativos: Afotigé, Aogé, Apinagé, Apinayé, Otogé, Oupinagee, Pinagem, Pinaré, Uhitische, Utinsche, Western Timbira
População: 1.260 (2003 FUNASA). População étnica: 1.530 (2006 FUNASA).
Localização: Tocantins e Maranhão, próximo a Tocantinópolis; 6 aldeias.
Mapas de idiomas: Brasil Central - Leste
Estado idioma: 5 (Desenvolvimento).
Classificação: Jean, Norte
Tipologia: SOV.
Use uma linguagem: A maioria também usar Português [POR] , especialmente os homens. Todas as mulheres entendem português, mesmo que elas não usem a língua (Crevels 2007).  Munduruku também é usado [myu] .
Desenvolvimento da linguagem: Taxa de alfabetização em L1: 5% -10%. Taxa de alfabetização na L2: 15% -25%. Gramática. NT: 1999-2010.
Recursos de linguagem: recursos Olac em e sobre apinayé
Escrevendo: Alfabeto latino [Latn] .

Recursos dos Arquivos Abertos de Línguas - OLAC
ISO 639-3: APN
O catálogo combinado de todos os participantes OLAC contém os seguintes recursos que são relevantes para esta linguagem:
Outros nomes conhecidos e nomes dialectais: Apinagé, Apinayé
Use a pesquisa facetada para explorar recursos para a linguagem Apinayé .

1. Online. Crúbadán language data for Apinayé. Kevin Scannell. 2015. The Crúbadán Project. oai:crubadan.org:apn

1. The Apinayé language : phonology and grammar. Callow, John, 1933-. 1962. Graduate Institute of Applied Linguistics Library. oai:gial.edu:28231
2. Online. Glottolog 2.7 Resources for Apinayé. n.a. 2016. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:glottolog.org:apin1244
3. Online. PHOIBLE Online phonemic inventories for Apinaye. n.a. 2014. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:phoible.org:apn
4. Online. A conjunção nhũm na narrativa Apinayé. Waller, Helen E. 1976. Série Lingüística. oai:sil.org:17031
5. Online. Apinayé Grammar. Ham, Pat. 1961. SIL. oai:sil.org:39641
6. Online. THE CONJUNCTION NHŨM IN APINAYÉ NARRATIVE. Waller, Helen E. 1974. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:40980
7. Online. Apinayé Phonemic Statement. Ham, Patricia. 1961. SIL. oai:sil.org:40988
8. Online. WALS Online Resources for Apinayé. n.a. 2008. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:wals.info:api
9. Online. LAPSyD Online page for Apinaye. Maddieson, Ian. 2012. www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr. oai:www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr:src301

1. Online. The Apinaye Language: Phonology and Grammar. Callow, John Campbell. 1962. WALS Online RefDB. oai:refdb.wals.info:2926
2. Online. Aspectos da lingua Apinayé. Ham, Patricia. 1979. Summer Institute of Linguistcs. oai:refdb.wals.info:4365
3. Online. Beiträge zur Ethnographie und Sprachenkunde Brasiliens. Martius, Karl Friedrich Philipp von. 1863. Druck von Junge & Sohn. oai:refdb.wals.info:5456
4. Aspectos da língua apinayé. Ham, Patricia. 1979. Brasília : Summer Institute of Linguistics. oai:gial.edu:28234
5. Pum Kagà pumu 4. Ham, Patricia. 1996. SIL. oai:sil.org:55812
6. Pum Kagà pumu 5. Ham, Patricia. 1996. SIL. oai:sil.org:55813
7. Mkot Belém kãm mmoj pumunh. Ham, Patricia (compiler). 1988. Instituto Lingüístico de Verão. oai:sil.org:16530
8. Mẽuzarẽnh ã ʼkagà 2. Ham, Patricia; Smith, Mary. 1968. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16533
9. The Apinayé language: Phonology and grammar. Callow, John C. 1962. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:9834
10. Leitura suplementar de cartilha 7 en apinayé. Ham, Patricia (editor). 1967. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16534
11. Cartilha apinayé 1. Stout, Mickey. 1962. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16535
12. Kuwênh jarnh ã kagà. Kamêr A., Paulo Laranja. 1988. Instituto Lingüístico de Verão. oai:sil.org:16537
13. Multilevel conditioning of phoneme variants in Apinayé. Burgess, Eunice; Ham, Patricia. 1968. Linguistics. oai:sil.org:1746
14. Figures of speech in Apinayé. Ham, Patricia. 1965. Notes on Translation. oai:sil.org:7248
15. Histórias apinayé. Ham, Patricia. 1963. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16548
16. Pu m pakapr ã kagà pumu. Ham, Patricia. 1987. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16549
17. Multilevel influence on Apinayé multidimensional clause structure. Ham, Patricia. 1965. Linguistics. oai:sil.org:3751
18. Mẽpaxuzarẽnh ã kagà. Ham, Patricia; Smith, Mary. 1966. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16552
19. Suplementar cartilha apinayé 1. Ham, Patricia. 1965. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16554
20. Online. Aspectos de língua apinayé. Ham, Patricia; Koopman, Linda; Waller, Helen E. 1979. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16974
21. Primer stories for the Apinaye. Waller, Helen E. 1974. Notes on Literacy. oai:sil.org:5481
22. Morfofonêmica apinayé. Ham, Patricia. 1967. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:2290
23. Online. Cláusulas semânticas na língua Apinayé. Koopman, Linda. 1976. Série Lingüística. oai:sil.org:16996
24. Pum kagà pumu 5. Ham, Patricia. 1996. Sociedade Internacional de Linguística. oai:sil.org:52498
25. Mujarnh à Kagà Pijakrut. n.a. 1988. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:55899
26. Online. Apinay?: a language of Brazil. n.a. 2013. SIL International. oai:ethnologue.com:apn
27. Online. LINGUIST List Resources for Apinayé. Damir Cavar, Director of Linguist List (editor); Malgorzata E. Cavar, Director of Linguist List (editor). 2016-03-29. The LINGUIST List (www.linguistlist.org).oai:linguistlist.org:lang_apn


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