quinta-feira, 1 de outubro de 2015

NT Canela


Seleções da Bíblia Sagrada
 Tradução no dialeto ramkokamekrá-canela do Brasil

 Pahpãm Jarkwa Cupahti Jõ Kàhhôc
 Um panorama dos livros históricos, poéticos e proféticos do AT e a maior parte do NT



Canela Ramkokamekrá. Foto: René Fuerst, 1975.



Recurso disponíveis na Língua Canela:
Introdução
Canela é o nome pelo qual ficaram conhecidos dois grupos Timbira: os Ramkokamekrá e os Apanyekrá. Há diferenças significativas entre esses grupos vizinhos, mas ambos falam a mesma língua e são pautados pelo mesmo repertório cultural. Até a década de 1940, os Ramkokamekrá tinham menor contato com a sociedade nacional e com outros grupos indígenas do que os Apanyekrá. Depois disso, a situação inverteu-se. Não obstante, atualmente ambos grupos têm sofrido uma forte interferência por parte de algumas agências de contato, como Funai, fazendeiros e missionários. Em contrapartida, têm procurado reaver a autonomia de suas atividades produtivas e manter sua vitalidade cultural, expressa por uma complexa vida ritual, práticas xamânicas e intrincada organização social.

Nome
Os Canela são compostos das cinco nações remanescentes dos Timbira Orientais, sendo a maior a dos Ramkokamekrá, descendentes dos Kapiekran (como eram conhecidos até 1820). O nome Canela também era utilizado pelos sertanejos para os Apanyekráe os Kenkateye, que foram massacrados e dispersos em 1913. Os Kenkateye separaram-se dos Apanyekrá por volta de 1860.



Homens Canela Ramkokamekrá em uma corrida de toras
Foto: William Crocker, 1975.


O grupo Ramkokamekrá atualmente se autodenomina com o nome português Canela. Ramkokamekrá significa "índios do arvoredo de almécega". Usam o termo Me(n)hi(n) para se referir aos Timbira Orientais. É provável que o nome Canela seja uma referência ao fato desses índios serem visivelmente mais altos - com suas longas pernas -, quando comparados pela população regional a seus vizinhos Guajajara.

Rito do Tepjarkwa na aldeia do Escalvado.
Foto: Curt Nimuendaju, 1931.

O grupo Apanyekrá se autodenomina como tal. São conhecidos pela bibliografia apenas por esse nome e suas variações ortográficas, ou ainda por Apanyekrá-Canela. Apanyekrá significa "o povo indígena da piranha". Nimuendajú supõe que eram chamados por esse nome porque pintavam o maxilar inferior de vermelho, remetendo à imagem desse peixe carnívoro.

Moças associadas aos Me Kén, pássaros de água, entre dois homens.
Foto: Curt Nimuendaju, 1931.

Língua
Os Canela e os Krahô falam uma mesma língua da família Jê, no tronco Macro-Jê, com pequenas variações. Os Canela entendem o Krikati/Pukobyé com facilidade e, certamente, o Gavião do Tocantins. Essas são as principais línguas Timbira orientais que sobreviveram. Já o Apinayé (Timbira Ocidental) é tão diferente do Canela como o espanhol é do português. Um Canela não compreende o Xavante (Jê Central) ou o Xokleng (Jê Meridional), e apresenta muita dificuldade para compreender o Xikrin (Jê setentrional).

Três gerações de mulheres Canela Ramkokamekrá começando a processar a mandioca.
Foto: Jean Crocker, 1990.

Muitos Canela conseguem se expressar em português, mesmo que não o falem corretamente. Os Ramkokamekrá têm maior domínio dessa língua do que os Apanyekrá. Entre aqueles, os homens falam melhor o português do que as mulheres, por contarem com mais experiências urbanas e por praticarem o comércio.

Menino Ramkokamekrá no Posto Indígena Canela.
Foto René Fuerst, 1972.

São explícitos os aspectos de dualismo em língua Canela, na medida em que quase todos os verbos possuem duas formas básicas alternadas. Além disso, uma pessoa, quando fala com seu grupo, usa um pronome exclusivo em primeira pessoa do plural, me(n)pa (nós-nosso grupo); mas quando fala com outro grupo, usa um pronome inclusivo em primeira pessoa do plural wa me(n) (nós, todos nós), como em português. Pronomes, adjetivos e substantivos não são diferenciados por gênero, como em português, mas um sufixo feminino (-kahãy) ou masculino (-tsu(n)m-re) pode ser adicionado a qualquer substantivo. 

Sogra e cunhada Ramkokamekrá colocando o cinturão ao redor do quadril da esposa nova na aldeia do Escalvado.
Foto: William Crocker, 1975.

Existem duas formas de pronome em segunda e terceira pessoas. A forma ka é usada para parentes, cônjuges, amigos informais e a maioria dos outros indivíduos, inclusive membros de outros grupos timbira. O outro pronome, yê, é empregado para estabelecer distância social e respeito com a maioria dos afins e todos os amigos formais. Essa última forma é também usada na segunda e terceira pessoas do plural. Dos 30 fonemas Canela, 17 são vogais, dois são semivogais e onze são consoantes. Isso resulta numa quantidade incomum de sons vocálicos transmissores de significados. A língua dos Canela não possui ditongos, mas faz distinção fonêmica entre vogais longas e breves.

Furação de orelha entre os Ramkokamekrá.
Foto: Curt Nimuendaju, 1931.

Localização
A principal aldeia ramkokamekrá, Escalvado, é conhecida pelos sertanejos e moradores de Barra do Corda como Aldeia do Ponto e localiza-se em torno de 70 km a sul-sudeste dessa cidade, no estado do Maranhão. A Terra Indígena Canela hoje está homologada e registrada. Até recentemente, essas terras de cerrado, florestas-galeria e pequenas chapadas ficavam no município de Barra do Corda, mas agora localizam-se no novo município de Fernando Falcão, que se estruturou a partir do crescimento da antiga vila Jenipapo dos Resplandes. O limite sul da Terra Indígena fica em grande parte delimitado pela serra das Alpercatas. O rio Corda corre fora da TI, afastado 20 Km, ao longo do limite noroeste.

Vista aérea da aldeia de Escalvado.
Foto: Ray Roberts Brown, 1970.

No que diz respeito aos Apanyekrá, a regularização da Terra Indígena Porquinhos aconteceu no começo da década de 1980. A aldeia principal encontra-se a cerca de 80 Km a sudoeste do município de Barra do Corda e 45 Km a oeste da aldeia ramkokamekrá de Escalvado. Está a leste do município de Grajaú, separada por 75 Km de área de cerrado facilmente transponível.

Canela Ramkokamekrá espalham pedras quentes com varas compridas antes de jogar berabas de mandioca sobre elas.
Foto: William Crocker, 1960.

Enquanto os Ramkokamekrá vivem basicamente em áreas de cerrado com pequenos igarapés, os Apanyekrá têm essa mesma ecologia a leste e sul, contando, no entanto, com extensas florestas a norte e oeste. Possuem também o rio Corda, que em alguns pontos tem oito metros de largura. Os Apanyekrá têm, assim, a vantagem de dispor de melhor solo para a agricultura de coivara e maior abundância de peixes, além da caça na floresta e no cerrado.

Os iniciandos Ramkokamekrá, Pepyê, cantam no pátio com talos de buriti.
Foto: William Crocker, 1957.

Demografia
Estima-se que, antes do contato com os "brancos", as nações timbira viviam em grupos que somavam de mil a 1.500 pessoas. Os grupos menores encontravam problemas para se defender durante as guerras sazonais (junho-agosto).
Já os grupos maiores cindiam-se provavelmente devido a conflitos de lideranças. Por volta de 1817, os Kapiekran (ancestrais dos Ramkokamekrá) reduziram-se drasticamente devido a guerras intertribais e varíola. Remanescentes refugiaram-se nos vales de serras, mas se reinstalaram nas terras atuais durante a década de 1840, não havendo registro de sua população nessa época.

Mulher Canela Ramkokamekrá colocando massa de mandioca brava sobre folhas de bananeira.
Foto: William Crocker, 1964.

Nimuendajú contou em torno de 300 indivíduos ramkokamekrá em 1936 e William Crocker, por volta de 412, em 1960. Censos sucessivos registram 437 (1970), 508 (1975), 600 (1979) e 836 (1988). Em 1998, a Funai registrou 1.262 pessoas e, em 2000, 1.387. Em 2001, Crocker e Pareschi computaram 1337.
Quanto aos Apanyekrá, Nimuendajú estimou 130 indivíduos para os em 1929. Crocker contou 205 em 1970, 213 em 1971, e 225 em 1975. Um relatório da Funai lista 458 em 2000.

Histórico do contato
Os Kapiekran, ancestrais dos Canela, foram indiretamente contatados por forças militares no fim do século XVII, mas apenas durante a última década do século XVIII efetivamente ocorreram incursões contra sua população e seu modo de vida. Ataques periódicos partiam das milícias locais ou bandeiras, organizadas para tomar e assegurar as terras dos Kapiekran, empregadas na agricultura e criação de gado ao longo dos rios Itapicuru e Alpercatas, a nordeste e oeste de Picos. 

Tio canta com lança cerimonial que ganhou de seu sobrinho na Festa dos Peixes na aldeia Escalvado.
Foto: William Crocker, 1960.

Dizimados por essas guerras, em 1814, os Kapiekran renderam-se às forças brasileiras da região, em Pastos Bons, em troca de proteção. Seus remanescentes, bem como os de outras várias nações timbira, foram autorizados a se estabelecerem no canto noroeste das terras ancestrais dos Kapiekran. No final de 1830, eles ocupavam por volta de 5% das antigas áreas de coleta desse povo.

Rapaz Ramkokamekrá da aldeia Escalvado. Ele canta ao redor da aldeia com cocar com penas de arara.
Foto: Willian Crocker, 1969.

Seguiram-se cem anos de relativa paz e limitados contatos com sertanejos, até que, em 1938, o Serviço de Proteção aos Índios (SPI) enviou um agente para morar com sua família próximo à aldeia Ramkokramekrá. Esse relacionamento causou-lhes acelerada mudança cultural. O trabalho de campo de Nimuendajú para seu grande estudo sobre os Canela, The Eastern Timbira, foi realizado, felizmente, antes do início desse processo, durante seis visitas entre 1929 e 1936.
O SPI se impôs de tal modo às autoridades indígenas que tornou inoperante a liderança por classe de idade, essencial para garantir a realização anual do trabalho nas roças familiares. Esse enfraquecimento de lideranças contribuiu significativamente para a perda da autossuficiência da produção agrícola, até os tempos atuais.

Brincos auriculares (Kyi).
Foto: Curt Nimuendaju, 1931.

As tradições culturais também não passaram incólumes ao contato. Em 1951, morreu um importante chefe Ramkokramekrá, Hàk-too-kot, grande conhecedor e promotor das tradições Canela. Concomitantemente, nessa época iniciou-se o ensino da escrita. Já na década de 1970, a incipiente assistência de saúde proporcionada pela Funai fez crescer a confiança nos medicamentos farmacêuticos, favorecendo o crescimento populacional. Paralelamente, missionários da Wycliffe Bible Translators traduziram o Novo Testamento para a língua dos Canela e propagaram novos valores entre os Ramkokamekrá.
O movimento milenarista ocorrido entre os Ramkokamekrá em 1963 também contribuiu para o descrédito nas antigas tradições. O fracasso do movimento só fez acentuar esse descrédito, além de os obrigar a se transferirem temporariamente para uma área Guajajara perto de Barra do Corda, de modo a escaparem da vingança dos fazendeiros. Essa mudança forçada para uma zona ecológica diferente os expôs a tipos adversos de agricultura e caça, assim como à convivência com os Guajajara, grupo de língua Tupi, e com a cultura urbana brasileira.

Em uma festa, líder Canela Ramkokamekrá divide carne de boi entre as famílias na aldeia do Escalvado.
Foto: William Crocker, 1959.

A ponte construída sobre o rio Alpercatas em 1956 possibilitou que fossem introduzidos bens comercializáveis relativamente baratos entre os Ramkokamekrá. Tais mercadorias também foram um fator importante na mudança de valores, estimulando um maior investimento no trabalho agrícola direcionado para a obtenção desses bens e favorecendo a riqueza material individual. Nos anos 1990, um projeto destinado a fazer os Ramkokamekrá superarem o período de fome que precedia a colheita promoveu a abertura de grandes roças comunitárias e os convenceu que, trabalhando juntos, poderiam aumentar a produção. Esta, por sua vez, seria vendida na cidade em troca de bens industrializados, seu novo foco cultural.
A primeira menção aos Apanyekrá data do final da década de 1810, quando são citados pelo militar Francisco de Paula Ribeiro. Parece que eles habitavam a área montanhosa a oeste dos Kapiekran, localizada muito ao norte dos caminhos dos vales de rios utilizados pelos colonos brasileiros (pelo Itapicuru e baixo Alpercatas, e pelos rios Parnaíba e Balsas). Sofriam, assim, menos ataques de jagunços, já que estavam menos expostos que os Kapiekran, que habitavam as terras mais planas a leste e a sul ao longo do Itapicuru e do baixo Alpercatas. No início dos anos 1830, as terras férteis das nascentes do rio Corda e seus arredores foram ocupadas por uma família que criava gado. Os Apanyekrá passaram então a conviver com sertanejos que viviam imediatamente ao sul, o que não aconteceu com os Ramkokamekrá.

Criança Canela Ramkokamekrá no interior de uma habitação na aldeia do Escalvado. A cama elevada é de uma moça recém-casada sem filhos, para que apenas seu marido possa vê-la.
Foto: Willian Crocker, 1969.

Os Apanyekrá têm histórias muito antigas, provavelmente do século XIX, que relatam uma época na qual estiveram sujeitos ao forte controle de um fazendeiro local. Ele os empregava em sua fazenda e em tarefas de sua casa. Seus jagunços dormiam com suas mulheres. O fazendeiro costumava fornecer gado para festas, nas quais todos dançavam à moda sertaneja (abraçados).
Por volta de 1950, o SPI começou a pagar um sertanejo para viver com os Apanyekrá e ali estabelecer um posto. Em contraste com os encarregados do posto Ramkokamekrá daquele tempo, o encarregado dos Apanyekrá era mais respeitoso e discreto em relação aos índios, e os protegia dos fazendeiros. Os Apanyekrá continuaram mudando periodicamente sua aldeia para diferentes locais em suas terras, levando consigo o "posto elementar" e o encarregado. Encontrei sua aldeia na área de Águas Claras em 1958, Porquinhos em 1960, Rancharia em 1966 e 1971, e em outro lugar da área de Porquinhos em 1974 e 1975. Eles não mudaram deste último local desde então, permanecendo próximos ao novo posto da Funai e do prédio da escola com sua enfermaria, ambos construídos em alvenaria e telha no início da década de 1970.
Em 1963, quando os fazendeiros atacaram os Ramkokamekrá, que então se alçavam num movimento messiânico, ameaçaram também tomar as terras dos Apanyekrá. As ameaças continuaram e algumas terras periféricas foram ocupadas por um fazendeiro, o que levou a guarnição militar de engenharia sediada em Barra do Corda a estabelecer uma pista de pouso na área de Porquinhos por volta de 1965, para proteger os índios.

Ato principal da festa dos iniciados ramkokamekrá, que estão cantando no pátio.
Foto: William Crocker, 1959

Os Apanyekrá eram mais isolados do que os Ramkokamekrá não apenas porque aqueles estavam mais distantes de Barra do Corda, mas também porque as florestas ao longo do rio Corda se estendem quase continuamente entre a cidade e Porquinhos, dificultando a construção de uma estrada direta entre as duas. A estrada de Barra do Corda para os Ramkokamekrá, ao contrário, atravessa quase somente florestas de arbustos e cerrados e necessitava de apenas uma ponte, que foi construída em 1971. Por volta de 1978, caminhões que saíam de Barra do Corda para Porquinhos dirigiam-se primeiro para o sul até a aldeia Ramkokamekrá de Escalvado/Ponto, de modo a cruzar o cerrado perto das cabeceiras dos diversos cursos d'água da área em pontes recém-construídas para alcançar Porquinhos.



Canela: uma Língua do Brasil
ISO 639-3 ram
Nomes alternativos: Kanela
População: 2.500 (2008 FUNASA).
Localização: Estado do Maranhão.
Mapas de idiomas: Eastern Brasil Central
Estado idioma: 5 (Desenvolvimento).
Classificação: Jean, Norte, Timbira
Dialetos: Apâniekra (Apânhecra, Apânjekra, Apanyekrá), Ramkokamekra.
Tipologia: SOV.
Use uma linguagem: Vigoroso. Também usam Português [POR] .
Desenvolvimento da linguagem: Gramática. NT: 1990.
Recursos de linguagem: Recursos OLAC em e sobre Canela
Escrevendo: Alfabeto latino [Latn] .
Outros comentários: A religião tradicional.





Recursos dos Arquivos Abertos de Línguas - OLAC
ISO 639-3: ram
O catálogo combinado de todos os participantes OLAC contém os seguintes recursos que são relevantes para esta linguagem:
Outros nomes conhecidos e nomes dialectais: Apanhecra, Apaniekra, Apanjekra, Kanela, Ramkokamekra
Use a pesquisa facetada para explorar recursos para a linguagem Canela .

1. Online. Canela Genesis Translation. The Long Now Foundation. n.d. Brasilia: Summer Institute of Linguistics. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_ram_gen-1

1.     Online. Crúbadán language data for Canela. Kevin Scannell. 2015. The Crúbadán Project. oai:crubadan.org:ram

1. Online. Glottolog 2.7 Resources for Canela. n.a. 2016. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:glottolog.org:cane1242
2. Online. PHOIBLE Online phonemic inventories for Canela. n.a. 2014. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:phoible.org:ram
3. Online. Handbook of Amazonian Languages, Vol. I: Canela-Krahô. Popjes, Jack; Popjes, Jo. 1986. Berlin: Mouton de Gruyter. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_ram_phon-1
4. Online. SAILS Online Resources for Canela. n.a. 2013. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:sails.clld.org:ram
5. Canela-Krahô. Popjes, Jack; Popjes, Josephine. 1986. Mouton de Gruyter. oai:sil.org:1330
6. Online. Phonemic Statement of Canela. Popjes, Jack; Popjes, Josephine. 1971. Associação Internacional de Linguística - SIL Brasil. oai:sil.org:41498
7. Surface structure of Canela grammar. Popjes, Jack; Popjes, Jo. 1972. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:58502
8. Online. WALS Online Resources for Canela. n.a. 2008. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:wals.info:cnl
9. Online. LAPSyD Online page for Canela-Krahô. Maddieson, Ian. 2009. www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr. oai:www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr:src139

1. Online. Canela-Krahô. Popjes, Jack; Popjes, Jo. 1986. Handbook of Amazonian Languages 1. oai:refdb.wals.info:664
2. Online. Macro-Jê. Rodrigues, Aryon D. 1999. The Amazonian Languages. oai:refdb.wals.info:1148
3. Online. Linguistic Diversity in Space and Time. Nichols, Johanna. 1992. University of Chicago Press. oai:refdb.wals.info:4050
4. Online. Na Terra das Palmeiras. Abreu, Fróes. 1931. Officina Industrial Graphica. oai:refdb.wals.info:5225
5. Handbook of Amazonian languages. Derbyshire, Desmond C; Pullum, Geoffrey K. n.d. Berlin New York : Mouton de Gruyter. oai:gial.edu:11484
6. Surrey Person Syncretism Database. Baerman, Matthew. 2002. University of Surrey. oai:surrey.smg.surrey.ac.uk:personsyncretism
7. Wall-chart primers. Popjes, Jack. 1989. Notes on Literacy. oai:sil.org:5469
8. ORTOGRAFIA CANELA-KRAHÔ. Popjes, Jack. 1982. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:51990
9. Ihkàhhôc to hahkre xà (Cartilha 1-3). Popjes, Jack; Popjes, Josephine. 1982. Summer Institute of Linguistics/Fundação Nacional do Indio. oai:sil.org:51999
10. Online. Canela: a language of Brazil. n.a. 2013. SIL International. oai:ethnologue.com:ram
11. Online. Handbook of Amazonian Languages, Vol. I: Canela-Krahô. Popjes, Jack; Popjes, Jo. 1986. Berlin: Mouton de Gruyter. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_ram_detail-1





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