domingo, 27 de dezembro de 2015

NT: A Palavra de Deus na Língua Ye’kuana (Maquiritare)


A Palavra de Deus na Língua Ye’kuana (Maquiritare)


Jesus - Senhor & Salvador: Figuras 1-12
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Moça ye´kuana da comunidade de Auaris, em Roraima.
 Foto: Ana Crita de Oliveira, 1974.


Jesus - Senhor & Salvador: Figuras 13-24
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Aldeia de Auaris. Foto: Volkman Zieglen, 1982.


Palavras de Vida na Língua Ye’kuana
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Configuração da oca ye'kuana. 
Desenho - Nelly Arvello-Jimenez, 1992


Nome do idioma: Ye’kuana (Maquiritare).
População: 430 no Brasil (2000 ISA).
Localização: Noroeste de Roraima, próximo à fronteira com a Venezuela, Terra Indígena Yanomami.
Nomes Alternativos: Makiritare, Maquiritai, Maquiritare, Maiongong, Pawana, Soto, Yekuana.
Dialetos: Cunuana, De'cuana (Wainungomo), Ihuruana, Maitsi, Mayongong (Ye'cuana, Yekuana).
Estatuto: 8a (Moribundo).
Uso Idioma: Usado como 2ª língua pelos Sanumá.
Escrevendo: Alfabeto latino.


Configuração do cosmo ye'kuana
Desenho - Nelly Arvello-Jimenez, 1992


Introdução
Os Ye'kuana, antigos viajantes na Amazônia, na floresta e na cidade, mostram como a articulação de espaços diferentes, dentro e fora de seu território tradicional, cria uma dinâmica que longe de descaracterizar sua identidade, pode favorecer um sistema de criação e manutenção de redes de apoio, de trocas econômicas, de informação e de projetos econômicos e sociais


Conjunção do cosmo e da oca ye'kuana 
Desenho - Nelly Arvello-Jimenez, 1992


Nome e língua
Povo de língua da família Karib, diferente linguística e culturalmente de seus vizinhos Yanomami, também são conhecidos no Brasil como Maiongong. Os Ye’kuana, quando querem se autoreferir, usam a palavra So’to, que poderia ser traduzida como "gente", "pessoa".  "Ye’kuana", por sua vez, pode ser traduzido como "gente da canoa" ou ainda "gente do galho na água".



Pista de pouso e barracas de garimpeiros (ao fundo), ao lado da aldeia de Waikás, em Roraima. Foto: Murilo Santos/CEDI, 1989. 


População e localização
No Brasil, a população Ye’kuana, em 2000, girava em torno de 430 pessoas, divididas em três comunidades às margens do rio Auaris e Uraricoera, a noroeste do estado de Roraima, fronteira com a Venezuela. A maior parte desta etnia vive em território venezuelano, onde sua população chega a 4.800 pessoas (Rodriguez e Sarmiento, 2000).
A comunidade Ye’kuana de Auaris é a maior no Brasil, com cerca de 330 pessoas (em 2000). Além desta existe uma pequena comunidade no rio Auaris acima, cerca de dez horas de barco e caminhada, conhecida como Pedra Branca, e uma terceira no rio Uraricoera, conhecida como Waikas. Esta última existe de forma regular desde os anos 80 e contava, em 2003, com cerca de 80 pessoas. Em contraste com Auaris, é uma região rica de caça e peixe.
Segundo os pesquisadores da área, os Ye’kuana teriam se fixado em terras brasileiras há mais de um século. Mas dizem as lideranças tradicionais de Auaris que os Ye’kuana frequentavam a região muito antes de decidirem construir suas casas e ali se fixarem. Era uma zona de caça e de passagem para chegarem até o rio Uraricoera, às suas ilhas, e depois ao rio Branco, para assim chegarem à Boa Vista, capital de Roraima.
O mapa mitológico Ye’kuana, publicado nos anos 70 por De Civrieux, atesta que lugares como a Ilha de Maracá (no rio Uraricoera) compõem os marcos topográficos da mitologia deste povo. A região de Auaris é uma área de difícil acesso devido às correntezas e quedas d’água, com uma distância da capital de Roraima de cerca de 450 Km.
Hoje, na região de Auaris vivem os Ye’kuana e os Sanumá (subgrupo Yanomami). Estas duas etnias contam com uma rede social composta por diferentes comunidades, localizadas nos dois lados da fronteira. No Brasil, a região do rio Auaris e boa parte da região do rio Uraricoera foram demarcadas nos anos 1990, como Terra Indígena Yanomami (localizada nos Estados de Roraima e Amazonas). As três comunidades Ye’kuana estão incluídas nesta área.


Foto: Alcida R. Ramos, 1989.


Histórico do contato
Os Ye’kuana trazem na sua história oral duras recordações do contato com os espanhóis ao longo do século XVIII.   Inicialmente aliados, em seguida foram obrigados ao trabalho nas construções de fortes militares em seu território e constrangidos à conversão católica, com a chegada de missionários capuchinhos e franciscanos a mando da Coroa. Além de recusarem a conversão, os Ye’kuana fizeram uma rebelião contra os espanhóis em 1776.
Já no início do século XX, outra invasão marca profundamente a história de contato dos Ye´kuana, desta vez pelos exploradores da borracha. Os Ye’kuana no Brasil trazem na memória tais experiências, bem como do processo de disputa pelo território vivido no passado por este grupo, sobretudo com os Sanumá. Conforme a antropóloga Alcida Ramos:

"Ainda se pode ouvir dos homens maduros [Maiongong] narrativas que eles por sua vez ouviram de seus antepassados sobre o aprisionamento aldeias inteiras para o trabalho escravo, as longas filas de Maiongong acorrentados levados para os seringais, histórias dos tempos em que as indústrias extrativistas eram montadas nas costas de índios escravizados. Os Maiongong perderam uma boa parte de sua população, aprenderam português e ou espanhol, adquiriram espingardas e recuperaram seu orgulho como grandes construtores de casas e de canoas e como grandes comerciantes. Quando os Sanumá apareceram, as terras Maiongong estavam semivazias em consequência de epidemias e escravização.... As espingardas adquiridas dos brancos à custa de muito sofrimento histórico, serviam agora ao Maiongong para dissuadir os Sanumá a parar com a guerra e forçá-los à coexistência pacifica... Dos Maiongong eles adquiriram hábito de plantar e preparar a mandioca brava e de manejar canoas. Também passaram a ter cães, panelas, terçados, machados e miçangas muito antes de terem contato continuo com os brancos" (Ramos, 1996:132-133).


Menina raspando mandioca na comunidade de Auaris. 
Foto: Volkman Zieglen, 1982. 


O contato com as missões
A chegada de missionários entre os Ye’kuana em Auaris se deu no início da década de 1960. Neste período, os Ye’kuana na Venezuela já viviam as experiências da convivência e da conversão junto aos missionários católicos e protestantes. Em princípios dos anos 50, a protestante MNT (Missão Novas Tribos) iniciava seus trabalhos no Estado Federal do Amazonas, na Venezuela. Ela teria obtido uma permissão verbal do governo da Venezuela para desenvolver seus trabalhos, explorando os rios Orenoco e Manapiare. Além da MNT, também missionários católicos iniciavam seus trabalhos nos estados ao sul da Venezuela (Estado Bolívar e Território Federal do Amazonas). O Estado apoiava essas missões, uma vez que se considerava o sul da Venezuela como um espaço vazio a ser ocupado (Arvello-Jimenez 1991).
Uma das consequências do trabalho missionário entre os Ye’kuana na Venezuela, seja ele salesiano ou protestante, foi a concentração da população em torno das missões, chegando a formar povoados com mais de 400 pessoas. Além, é claro, do estabelecimento de serviços de saúde, escola, novas profissões, agricultura não tradicional, participação nos mercados regionais, entre outros.
Em território brasileiro, a fixação de missionários se deu entre o final dos anos 50 e início de 60, por meio da MEVA (Missão Evangélica da Amazônia) na região do alto rio Auaris. Como em outras partes da Amazônia brasileira, a FAB (Força Aérea Brasileira) e o Exército brasileiro mediaram junto aos indígenas a abertura de uma pista de pouso em Auaris e o ingresso dos missionários.
Segundo os Ye’kuana, o interesse dos missionários estava voltado primordialmente para os Sanumá. Então os Ye’kuana resolveram não morar na missão, mas em um local relativamente próximo, a aproximadamente 15 minutos de canoa rio abaixo ou 20 minutos de caminhada. Os Ye´kuana optaram por não se transformarem em «crentes», particularmente em razão das mudanças comportamentais que a conversão implicaria: não beber, não usar o tabaco, ter apenas um cônjuge. Alegaram aos missionários que seus parentes no lado venezuelano tinham virado crentes e enfraqueceram.
Em 1980, chegaria a Auaris um casal de missionários canadenses para uma primeira experiência junto aos Ye’kuana. Mas só ficaram dois anos, segundo os Ye’kuana, por conflitos com os «guardiões da tradição» – homens que conhecem Watunna, história dos primeiros seres, das suas realizações, seus lugares, seus cantos, homens que conhecem o destino dos Ye’kuana –, que negavam a versão de que «aqueles que não se converteram, são descendentes de satanás, queimarão com ele, quando o mundo acabar, queimarão juntos». Naquela ocasião, houve discussões entre líderes Ye’kuana. Os não convertidos diziam que se Watunna não falava sobre os crentes, eles deveriam ser descendentes de Fanhuro, ou seja, aqueles que vieram para destruir os Ye’kuana. Para celebrar a vitória sobre os crentes, os Ye’kuana organizaram uma festa que durou três dias, com muito Yaddadi e tabaco. Segundo eles, o casal canadense teria visto a festa, não gostaram e decidiram deixar a missão.
Nos anos 80, o Exército também instalou uma pequena base em Auaris, que prepararia a instalação de uma base maior, com uma infraestrutura adequada para receber, nos anos 90, o 5º Pelotão Especial de Fronteira. Foi construída uma hidroelétrica, a pista foi ampliada e asfaltada e as instalações para abrigar militares e seus familiares foram construídas.


Mulheres ye´kuana durante pescaria na comunidade de Auaris, em Roraima.
Foto: Ana Crita de Oliveira, 1974.



Evangelização não, escola sim
Após a saída do casal que fizera a primeira experiência junto à comunidade Ye’kuana, eles alegaram que não queriam a religião, mas queriam uma escola, influenciados pelos seus parentes que viram na Venezuela a proliferação de escolas em comunidades indígenas.
No ano de 1983, uma nova missionária visita a comunidade. Ela tinha experiência com outras populações indígenas e com alfabetização. O missionário coordenador da MEVA, naquele período, teria advertido ao chefe Néri: «vocês não querem nossa religião, a nova missionária é uma professora, como vocês queriam, mas ela vai contar nossas histórias na escola, vocês vão aceitar? Néri teria respondido: «ela pode contar suas histórias, nós contamos as nossas». Assim aconteceu, a professora voltou no ano seguinte e trabalhou junto aos Ye’kuana durante 17 anos.
Com a chegada da nova missionária com o propósito de alfabetizar adultos e crianças, houve um processo que, na Venezuela, já tinha se verificado: a fixação no local, a reorganização de tarefas, o que incluía o tempo na escola para os jovens e crianças.  Mais uma vez eles mudaram suas casas, ainda próximo à pista, mas na outra margem do rio. Para eles, a travessia do rio não era um problema, visto que todas as famílias possuem uma ou mais canoas. Com a fundação da escola, finalmente eles teriam uma pessoa com trabalho exclusivo junto a sua comunidade, além de integrá-la num projeto aparentemente muito mais Ye’kuana que da própria Missão, ou seja, uma escola para os Ye’kuana.


Mulheres e crianças ye´kuana durante pescaria na comunidade de Auaris, em Roraima. Foto: Ana Gita de Oliveira, 1974.



Mobilidade espacial e redes socioeconômicas
As incursões pelos rios até as fazendas do rio Uraricoera e Boa Vista fizeram dos Ye’kuana uma referência como construtores de canoas na região. Além desta atividade, os trabalhos nas fazendas envolviam construção de pistas de pouso, pontes, aberturas de áreas de mata para plantio, entre outras benfeitorias. Já as viagens até Boa Vista eram para comprar roupas, sal, munições, panelas, miçangas e outros bens industrializados. De todo modo, a posição geográfica dos Ye’kuana limitava o trânsito intenso entre aquela comunidade e outros povos ou centros urbanos. A distância espacial parece ter servido como um "filtro" para este contato, ao mesmo tempo temido e desejável.
Vale a pena notar que, por meio da mobilidade, os bens industrializados eram adquiridos diretamente por eles, fugindo à regra de outros exemplos, muito comuns na Amazônia, onde tais transações fazem parte de um sistema gerador de dependência e exploração por meio dos chamados regatões.
O contato com outras etnias no leste do estado de Roraima – além das canoas, nas trocas com os Macuxi, Wapishana, Ingarikó, Taurepang e Wai-Wai, eles se tornaram conhecidos também por uma outra especialidade Ye’kuana, desta vez feminina: os ralos para mandioca – também os informava sobre inúmeras oportunidades e experiências diferentes da sua, como a religião, a escola, a politização das organizações indígenas, os conflitos e, mais tarde, as novas oportunidades de trabalho remunerado. Embora tendo relações com outros grupos indígenas, especialmente de comércio, os Ye’kuana não participaram de suas mobilizações ou organizações políticas de forma sistemática, mantendo-se fora do processo de politização daquelas organizações.
Se nos anos 70 o contato com a capital já era regular, foi somente nos anos 80 que alguns filhos destes viajantes Ye’kuana vieram para cidade, não apenas para trabalhar, mas para estudar. Estes jovens passaram a conviver com famílias tradicionais da cidade. Estas redes de relações foram construídas como relações privadas e, por isto mesmo, não eram estendidas a todos.  Desta forma, os filhos daqueles viajantes passavam a viver com as famílias da "rede de contatos" de seus pais na capital.
Estes estudantes se formaram para trabalhar como microscopistas, acompanhando as oportunidades que a assistência à saúde indígena oferecia nas décadas de 80 e 90. Seguindo a trajetória desses primeiros microscopistas Ye’kuana, vemos que a procura de uma formação profissional na área de saúde foi a oportunidade para aqueles que já haviam cursado o ginásio nas escolas públicas de Boa Vista. Os primeiros fizeram o curso de formação técnica com a organização holandesa "Médicos Sem Fronteira", atuante na região leste do estado de Roraima. Depois de realizarem o teste feito pelo Ministério da Saúde, através da Funasa, os dois primeiros microscopistas Ye’kuana foram contratados pela organização francesa "Médicos do Mundo", e mais tarde pela própria Funasa, trabalhando em regiões da TI Yanomami: Homoxi, Parafuri, Ericó, Auaris e Paapiu.


Cestas ye´kuana na aldeia de Auaris. Foto: Volkman Ziegler, 1982.




A corrida do ouro
No início dos anos 80, foi fundado o povoado de Olomai pela família de um Ye’kuana casado com uma Sanumá. O casal e seus filhos transferiram-se rio abaixo, e a Missão de Auaris teria acompanhado o grupo, construindo uma casa de apoio aos missionários, que seria o novo posto da Missão desde então. Assim, casas e uma nova pista foram construídas. Essa região veio a se tornar um local disputado entre garimpeiros, e os Ye´kuana e Sanumá viveram de perto o drama da violência do garimpo em suas terras (Ramos, 1990).
No mesmo período, outros Ye’kuana extraíam ouro em outro local, principalmente na região de Waikás, para onde algumas famílias se transferiram na segunda metade dos anos 80. Eles também experimentaram o terror das relações sociais marcadas pela violência no garimpo. Em muitos relatos contam com perplexidade o descaso pelo corpo de mortos jogados no rio. A violência nas relações fez com que eles procurassem trabalhar entre os próprios Ye’kuana, seja de forma privada ou para terceiros, seus aliados.
Assim, enfrentando o medo e procurando se respaldar em sua «rede de aliados», eles puderam acumular bens como motores de popa, geradores de energia, máquinas para ralar mandioca, roupas, rádios, munições, armas, máquinas de costuras, entre outros. Puderam até comprar uma casa nos arredores do centro de Boa Vista. Hoje, a maioria dos homens que tiveram algum envolvimento com o garimpo possuem outras prioridades: alguns são microscopistas, outros professores, outros alunos, outros se especializam em cantos tradicionais, assumindo assim, cada vez mais, responsabilidades com a comunidade.


Despedida dos Ye´kuana que estavam voltando da Venezuela para Auaris. 
Foto: Volkman Zieglen, 1981. 


Recursos sobre a Língua Maquiritari
ISO 639-3: mch

O catálogo combinado de todos os participantes Olac contém os seguintes recursos que são relevantes para este idioma:

Outros nomes conhecidos e nomes dialectais: Cunuana, De'cuana, Ihuruana, Maiongong, Maitsi, Makiritare, Maquiritai, Ye’kuana, Mayongong, Pawana, Soto, Wainungomo, Ye'cuana, Yekuana

Use a pesquisa facetada para explorar recursos para a língua Maquiritari.

Textos primários
1.     Recursos na língua Makiritari. Nd 2014. Arquivo das Línguas Indígenas da América Latina (AILLA). Oai: ailla.utexas.org: mch

Descrições de idiomas
1.      Glottolog 2.6 Recursos para Maquiritari. Nd 2015. Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana. Oai: glottolog.org: maqu1238
2.      PHOIBLE inventários fonêmicos para Maquiritari. Nd 2014. Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária. Oai: phoible.org: mch
3.      WALS Recursos on-line para o Carib (De'kwana). Nd 2008. Instituto Max Planck de Antropologia Evolucionária. Oai: wals.info: cde

Outros recursos sobre a língua
1.      O Morfossintaxe do Discurso em De'kwana Carib. Hall, Katherine L. 1988. WALS  RefDB. Oai: refdb.wals.info: 2384
2.      Maquiritari: Uma linguagem de Venezuela. Nd 2013. SIL Internacional oai: ethnologue.com: mch

Outros recursos na língua
1.      Documentação de Ye'kwana no rio Erebato na Venezuela. Natalia Caceres (depositante). start = 2006-08-01; end = 2009-03-31 ;. Línguas Ameaçadas Archive. Oai: elar.soas.ac.uk: 0264

Outros nomes conhecidos e nomes dialectais: Cunuana, De'cuana, Ihuruana, Maiongong, Maitsi, Makiritare, Maquiritai, Ye’kuana, Mayongong, pawana, Soto, Wainungomo, Ye'cuana, Yekuana
Outros termos de pesquisa: dialeto, vernáculo, discurso, histórias, conversa, diálogo, documentação, gramática, sintaxe, morfologia, fonologia, ortografia






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