terça-feira, 29 de março de 2016

NT Akawaio


O Novo Testamento na Língua Akawaio (Ingariko)

Waku Itekare
Emenna’ Pe Ekonekan Nito’
Akawayo Amu Iwano

Use barra de rolagem para ler ou clique canto superior direito





Jovens Ingarikó, Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Roraima. 
Foto - Eliane Motta, 1984 (2)



Histórias bíblicas curtas em áudio
Duração do Programa: 33:32min.

1. Deus é Bom – 3:38min.

2. Criação – 3:23min.

3. O Evangelho História – 3:13min.

4. Natal - 3:10min.

5. O Novo Nascimento – 3:24min.

6. Como andar o caminho de Jesus – 3:06min.

7.  Poder sobre os espíritos malignos – 3:18min.

8. A Vida dos Filhos de Deus  - 3:30min.

9. Oração - 3:20min.

10. A ovelha perdida – 3:25min.

Downloads e Pedidos

Introdução
Os Ingarikó habitam na circunvizinhança do Monte Roraima, marco da tríplice fronteira entre Brasil, Guiana e Venezuela, e, sobretudo, toco da mitológica árvore da vida, que foi cortada no início dos tempos. Ocupando a porção alta da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, permaneceram livres dos vários recrutamentos de mão-de-obra indígena que têm afetado, há séculos, povos vizinhos ao sul. Os contatos com os seus parentes na Guiana são hoje, assim como antigamente, bastante frequentes.


Foto  - Ricardo Burg, 2001


Nomes
Engaricos é a maneira mais antiga - data de 1883 - de se escrever o nome que depois é quase invariavelmente grafado Ingarikó. Dizia-se então designar, na Guiana, um híbrido, uma mistura entre Makuxi e Arekuna, e não um povo singular (Im Thurn).
Quarenta anos mais tarde, o nome Ingarikó foi traduzido, no Brasil, por "gente da floresta densa" do nordeste de Roraima, com conotação pejorativa: gente que era o inimigo principal e comum dos Taurepang e Arekuna (Koch-Grünberg, 1924). À época, o referente do termo Ingarikó era uma questão aberta. Havia tanto a hipótese de ser um determinado povo localizado no lado brasileiro da tríplice fronteira Brasil-Guiana-Venezuela e talvez aparentado dos Akawaio da Guiana quanto a hipótese de se tratar de um nome aplicado, na Guiana, indistintamente aos Patamona e aos Akawaio, considerados dois povos separados (Frank, 2002).
Na década de oitenta, o termo Ingarikó foi glosado como "povo do ápice da montanha", sem conotação pejorativa. Antes, os antropólogos já sabiam que os chamados Ingarikó no Brasil, os Akawaio e os Patamona eram um mesmo povo, que poderia ser designado pelo termo kapon. Compreendeu-se então que, em virtude daquele significado do nome Ingarikó, esse termo também poderia ser aplicado aos Akawaio e Patamona, visto que vivem em terras altas quase que exclusivamente (Butt Colson, 1983-1984). Isto quer dizer que o termo Ingarikó pode ser usado em contextos variados por eles próprios ou por outros. Na prática, significa que uma mesma pessoa pode, conforme as circunstâncias, identificar-se, seja no Brasil ou alhures, ora como Patamona ora como Ingarikó. Atualmente, os Patamona que habitam no Brasil tendem a se identificar como Ingarikó no contexto das políticas nacionais. É tão-somente no Brasil que o nome Ingarikó tem expressão nacional.
Mais recentemente, uma terceira tradução para o nome Ingarikó foi apresentada: "povo do lugar frio e seco". O termo é usado nesse sentido pelos Macuxi que vivem na Guiana em relação aos Patamona, que também habitam aquele país (Whitehead, 2003).
Em uma análise lingüística atual tem-se que: "descritivamente ingarïko é: inga 'serra', 'mata espessa'; rï- 'elemento de coesão'; -ko 'coletivo: origem, local de habitantes', 'habitante de', 'morador da', portanto 'povo da mata espessa', 'moradores das serras'" (Maria Odileiz Sousa Cruz).
O termo kapon foi tomado como autodenominação dos Ingarikó, Akawaio e Patamona por vários autores (Brett; Im Thurn; Kenswil; Butt Colson). Entre os significados de kapon estão: "gente", "o povo", ou melhor, "povo celeste", "povo nas alturas", "povo elevado" (kak, "céu", "lugar elevado" e -pon, "aqueles em").
Nota-se, hoje, que este termo também pode designar "índios" (Macuxi, Waiwai, Yanomami, Ingarikó etc.), especificamente em contextos de oposição aos "não-índios". Desse modo, não consiste em autodenominação. Contudo, pesquisadores na ausência de um termo mais adequado para designarem unidades sociais ou linguísticas mais abrangentes, formadas tão-somente entre os Ingarikó, Akawaio e Patamona, valem-se do termo kapon. Nesse sentido, introduziram os nomes compostos: Kapon-Ingarikó, Kapon-Patamona e Kapon-Akawaio.
O nome akawaio apresenta muitas variações que são sinônimas: Guacavayo, Okawalho, wakawaio, akawoi, accoway, acquai, acawey, acuwey e akawaïsche. O nome akawaio parece advir ou do suco de tabaco, kawai, ingerido pelos xamãs (Migliazza, 1980) ou da canela-branca, akawoi, buscada pelos holandeses na Guiana (Whitehead, 2002). Essa planta era encontrada nas proximidades da Serra Pacaraima e nos vales dos rios Cuyuni e Mazaruni. O primeiro registro do termo Wacawaios foi feito em 1596 por Laurence Keymis, no rio Demerara (Butt Colson, 1994-1996). Já a primeira observação da presença dos Akawaio no Brasil é feita somente em 1909 pelo botânico alemão Ernst Ule, que os chamou Okawalho (Ule, 2006). Depois disso, por volta de 1960, registra-se que os Akawaio se estendem da Guiana até as terras brasileiras (Henfrey).
O nome patamona tem as seguintes variações que são sinônimas: pantamona, partamona e paramona. O termo significa "morador", "povoador" (Butt Colson, 1983-84) e "donos da terra" (Whitehead, 2003). O termo patamona pode ser descrito do seguinte modo: pata 'casa', 'moradia' (termo genérico), e wona>mona 'para', em sentido livre 'minha casa', 'minha morada', 'para casa'" (Maria Odileiz Sousa Cruz). A primeira referência a esse termo é de 1825 e deve-se ao inspetor de índios na Guiana, William Hilhouse. Já o primeiro registro da presença dos Patamona no Brasil é feita somente em 1932 (apud Nunes Pereira).
O nome Waica ou Guaica significa “guerreiro” ou “matador” e tem ampla disseminação (Butt Colson, 1994-1996). Enquanto designação de um subgrupo akawaio da Guiana,  o primeiro registro deve-se a R.Schomburgk (1848a). Muito antes, o missionário espanhol Antonio Caulin já havia localizado, por volta de 1780, os Guaica na Guiana, sem, porém, relacioná-los aos Akawaio, a quem chama Guacavayos. O termo Guaica é frequente no lado oriental da Venezuela, como se vê nas obras dos missionários capuchinhos a partir da segunda metade do século XVIII. Já no século XX, é considerado outro nome dos Akawaio na Venezuela (Mosonyi). 
Outros nomes - Seregong, Kukuyikó, Kuyálako, Kakóliko, Pulöiyemöko, Temómökó, Alupáluo, Ateró, Wauyaná, Arenacottes, Erena-gok, Masalini-gok, Kamalini-gok, Quatimko, Etoeko, Passonko, Koukokinko, Cauyarako, Skamana, Komarani e Yaramuna - são compostos a partir do nome do rio em cujas margens se vive ou do nome da área onde se habita, acrescido frequentemente do sufixo kok (-gok; -koto; -goto), que significa "habitante" ou "povo de um determinado local". Essa espécie de "fluvionímica" opera entre os Kapon de todos os lados da fronteira Brasil-Guiana-Venezuela, sendo a maneira atual como as pessoas se identificam no contexto local.


Foto  - Ricardo Burg, 2001


Língua
Os Ingarikó, investidos pelo espírito político conquistado nos últimos 10 anos, buscam o status de língua para seu dialeto. Contudo é possível que, a partir de novos estudos sobre os três dialetos, se possa disponibilizar outras informações e critérios que poderão alterar ou não o presente pleito. Além disso, como língua é um processo dinâmico, hoje é visível nas sete aldeias Ingarikó a manifestação de diferentes subdialetos.
Além dos dialetos, os falantes do Ingarikó também compreendem e estabelecem uma comunicação clara e direta com os falantes de Taurepang e Arekuna (índios Pemon que vivem em áreas vizinhas). Não obstante, ainda que os Ingarikó consigam falar e compreender a língua Makuxi (da família Karib), os seus falantes não compreendem bem o Ingarikó. É somente com algum tempo de convivência que os Makuxi conseguem adquirir um certo nível de compreensão do Ingarikó. A despeito de posturas de "domínio político-linguístico" dos Makuxi sobre os Ingarikó, traços linguísticos também dificultam a imediata aprendizagem do Ingarikó por parte dos índios Makuxi.
Outro aspecto pertinente à língua diz respeito à distinção de gênero. A diferença entre a fala do homem e a da mulher está presente em alguns termos de parentesco, como por exemplo, nos termos 'filha'[mïre, quando é fala de mulher, e ensi, quando é fala de homem] e'irmão mais velho' [pipi e rui, respectivamente].
O mesmo fenômeno acontece também na esfera da religião Aleluia, ocasião em que certos honoríficos são aplicados aos homens - tïkarinin,'aquele que corta carne' - e outros às mulheres - pasiko, 'irmã'. Todos esses nomes dizem respeito a funções e papéis sociais já convencionalizados no ritual. Acreditam os Ingarikó que o Aleluia comanda também o "dom" da língua por eles falada.
Ingarikó é uma língua de intensa vitalidade, todos os membros das diferentes aldeias - crianças, jovens, adultos e velhos - o falam.
Paralelo às línguas indígenas, há uma forte presença do português nas aldeias Ingarikó. Nos últimos 10 anos, essa língua avançou rapidamente na região e o contexto de poucos falantes bilíngues se alterou.
A mudança do cenário monolíngue, ainda predominante entre os mais velhos, para o bilíngue e o plurilíngue deve-se especialmente ao papel dos jovens nas comunidades. Em média, os jovens falam hoje, além das línguas indígenas, o português, o espanhol e o inglês. Tal realidade foi impulsionada pelos múltiplos contatos sociais e também pela escola.


Índios Ingarikó - sábado e domingo de Aleluia, Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Roraima


Localização
Os Kapon (Ingarikó, Patamona e Akawaio) habitam uma área partilhada pelo Brasil, Guiana e Venezuela, na circunvizinhança do Monte Roraima, marco da tríplice fronteira. No Brasil, os Ingarikó e os Patamona ocupam a porção alta da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, nordeste do estado de Roraima.
Distribuem-se em 7 aldeias ao longo de rios e igarapés, com maior concentração no alto rio Cotingo e no rio Ponari. Estão mais próximos ao Monte Roraima do que seus vizinhos ao sul, os Makuxi, Taurepang e Wapixana, com quem compartilham essa Terra Indígena.
Na Guiana, os Akawaio habitam o médio e alto curso do rio Mazaruni e seus afluentes, e o rio Cuyuni. Por sua vez, os Patamona localizam-se na Serra Pacaraima e ao longo do rio Ireng (Maú), na fronteira com o Brasil. Ambos estão nas terras altas da Guiana. Na Venezuela, os Akawaio localizam-se no leste do Estado Bolívar, fronteira com a Guiana, próximos ao rio Wenamu.

População
Segundo o levantamento apresentado na VII Assembleia Geral do Povo Ingarikó, em 2005, a população Ingarikó era aproximadamente de 1.120 indivíduos, ou seja, cerca de 8% da população total da TI Raposa Serra do Sol.
Em 2007, os Ingarikó somavam cerca de 1.170 pessoas.
A tabela abaixo mostra a distribuição populacional nas sete aldeias Ingarikó entre os anos de 1992 e 2007:

Nome da aldeia
População em 1992
População em 2007
Serra do Sol
186
330
Manalai
178
344
Kumaipá
69
145
Mapaé/Caramãbatei
57
143
Sauparu
56
89
Awendei/Canauapai
40
82
Pipi
28
37
Total
614
1170
Fontes: Dados do CIDR (Centro de Informação Diocese de Roraima) de 1992 (in: Abreu, 2004) e Coping - IX Assembleia Geral de 2007.


A maior parte da população é formada por crianças, em seguida, por jovens e adultos. No ano de 2000, os indivíduos com idade superior a 60 anos não compunham sequer 5% da população. Observa-se, pela tabela, que, nos últimos quinze anos, a população Ingarikó praticamente duplicou.


Índias Ingarikó colhendo feijão, Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Roraima. Foto - Eliane Motta, 1984


Histórico do contato com os não-índios
Não há notícias precisas sobre os primeiros contatos dos Ingarikó com os não-índios em terras brasileiras. Sabe-se que, em 1932, a Comissão Demarcadora de Limites esteve em contato com os Patamona do rio Maú (Ireng) no lado brasileiro, no trecho compreendido entre a foz do igarapé Timão e a confluência do Ireng-Scobi.
Ainda nos anos trinta do século XX, os padres beneditinos, particularmente Dom Alcuino Meyer, entraram em contato com os Ingarikó na aldeia Serra do Sol e em outras ainda mais distantes.
A primeira expedição científica chegou aos Ingarikó em 1946. Era composta por Nunes Pereira, então funcionário do Ministério da Agricultura, e pelo ornitólogo norte-americano G. Tate. Nunes Pereira expõe assim os objetivos da sua própria pesquisa: "conhecer as condições ecológicas desfrutadas pelos índios Taulipangue e Ingaricó, obter dados acerca da fauna ictiológica do rio Cotingo e igarapés vizinhos das serras Uêitêpêi e Roroima". Partiram de Boa Vista sem conseguir, através dos Beneditinos, dados numéricos da população Ingarikó, pois os missionários dispunham somente de dados em relação aos Macuxi e Wapixana. Deve-se a Nunes Pereira as primeiras imagens fotográficas dos Ingarikó. Trata-se de cinco fotografias obtidas na aldeia do tuxaua Jones no sopé da serra Uêitêpêi. A legenda comum a três fotos diz "Bailarinos da Dança Aleluia", mas as mesmas fotos são mencionadas em outro lugar como sendo "dança do Parixara". As fotos bem como as observações de Nunes Pereira vieram a público somente em 1967 no livro Moronguetá.
Nos anos cinquenta, o padre Bindo Meldolesi da Ordem da Consolata chegou algumas vezes até os Ingarikó da Serra do Sol, sem, porém, levar planos de instalação de missão.
Entre 1952 e 1964, Atlas Brasil Cantanhede, agrônomo e aviador civil conhecido como o pioneiro da aviação em Roraima, fez viagens periódicas à Serra do Sol, em função da exploração de seringueira. Um homem Ingarikó trabalhou durante alguns anos para ele, quando aprendeu o português.
Nos anos setenta, iniciando-se um surto de garimpagem na parte alta da área macuxi, garimpeiros chegaram aos Ingarikó. Entretanto, foram obrigados a recuar, fixando-se na localidade Caju, que dista um dia a cavalo da aldeia Serra do Sol. Caju foi um garimpo de não-índios com pista de pouso e alguns pontos de comércio de alimentos, bebidas e ferramentas. Os Ingarikó viajavam periodicamente até aí, mas não permitiram que os não-índios entrassem em sua área. Ainda naqueles anos, um comerciante do Caju tentou, por diversas vezes, montar uma fazenda de gado próxima à aldeia Serra do Sol. Os Ingarikó expulsaram o gado e queimaram a casa da fazenda.
Ainda nos anos setenta, padres da Ordem da Consolata foram aos Ingarikó. O Padre Jorge Dal Ben realizou então três viagens, quando esteve em contato com todas as aldeias da área.
A partir de 1975, a Funai passou a realizar voos periódicos à aldeia Serra do Sol. A FAB (Força Aérea Brasileira), por sua vez, já fazia inspeções de controle das fronteiras.
Em 1976, o antropólogo Orlando Sampaio Silva foi informado sobre a permanência em isolamento de parte dos Ingarikó bem como a respeito do contato esporádico de outra parcela com missionários da Igreja Evangélica Assembleia de Deus na Serra do Sol. Registra também a presença de alguns poucos Ingarikó na Fazenda São Marcos.


Vista aérea da aldeia Manalai, dos Ingarikó, ao norte da Terra Indígena Raposa Serra do Sol. Foto- Roberto Linsker, 1997



Akawaio: Uma língua da Guiana
ISO 639-3 ake
Nomes alternativos: Acahuayo, Acewaio, Akawai, Ingarikó, Kapon
População: 4.500 na Guiana (2002 SIL). População étnica: 5.000 (Crevels 2007). Total de usuários em todos os países: 5.350.
Localização: região cuyuni-mazaruni: bacia do rio Mazaruni, norte de Patamona.
Estado idioma: 6b (ameaçada).
Dialetos: Alegadamente semelhante ao Macushi [mbc] ; marginalmente inteligível com arekuna dialeto do Pemon [AOC] .
Desenvolvimento da linguagem: Dicionário. NT: 2010.
Recursos de linguagem: recursos Olac em e sobre akawaio
Escrevendo: Alfabeto latino [Latn] .
Outros comentários: Diferenças importantes no vocabulário de Patamona [PBC] . A religião tradicional, Cristianismo.


Falado também no Brasil e na Venezuela:
Nome do idioma: Ingarikó
População: 670 no Brasil (Moore, 2006).
Localização: Roraima: Terra Indígena Raposa Serra do Sol ou, perto do rio Cotingo.
Nomes alternativos: Acahuayo, Acewaio, Akawai, Akawaio, Akwaio, Kapon, Kapong, Patamona
Estado: 7 (deslocamento).
Uso da linguagem: Alguns usam também o Português [POR].

Nome do idioma: Akawaio
População: 180 na Venezuela (censo de 2001). População étnica: 810 (1993 OCEI).
Localização: estado da Bolívia: Parte superior do Rio Kamarang; Estado Monagas: perto da fronteira Delta Amacuro.
Nomes alternativos: Acahuayo, Acawayo, Acewaio, Akawai, Kapon, Waicá, Waika
Estado: 7 (deslocamento).
Uso da linguagem: atitudes positivas. Alguns também usam o Inglês [pt]. Também usam o Português [POR], Espanhol [spa].
Outros comentários: Autodenominação étnica: Kapon, por ambos Akawaio e Patamona [PBC].


Jovens Ingarikó, Terra Indígena Raposa Serra do Sol, Roraima. 
Foto - Eliane Motta, 1984 (2)


Recursos dos Arquivos Abertos de Línguas - OLAC
ISO 639-3: ake
Outros nomes conhecidos e nomes dialetais: Acahuayo, Acawayo, Acewaio, Akawai, Akwaio, Ingarikó, Kapong, Patamona, Waicá, Waika
Use a pesquisa facetada para explorar recursos para o idioma Akawaio.

1.     Online. Akawaio Genesis Translation. The Long Now Foundation. 1873. London: Society for Promoting Christian Knowledge. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_ake_gen-1
2.     Online. An Introduction to the Akawaio and Arekuna Peoples of Guyana. Edwards, Walter F. 1977. Guyana: Georgetown University. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_ake_vertxt-1

1.     Online. Crúbadán language data for Akawaio. Kevin Scannell. 2015. The Crúbadán Project. oai:crubadan.org:ake
2.     Online. Akawaio-English Dictionary and English-Akawaio Index. Stegeman, Ray (editor); Hunter, Rita (editor). 2014. SIL International. oai:sil.org:60208
3.     Online. Akawaio-English Dictionary. n.a. 2014-06-26. SIL International. oai:webonary.org:02

1. Online. Glottolog 2.7 Resources for Akawaio. n.a. 2016. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:glottolog.org:akaw1239
2. Online. PHOIBLE Online phonemic inventories for Akawaio. n.a. 2014. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:phoible.org:ake
3. Online. An Introduction to the Akawaio and Arekuna Peoples of Guyana. Edwards, Walter F. 1977. Guyana: Georgetown University. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_ake_phon-1
4. Online. WALS Online Resources for Akawaio. n.a. 2008. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:wals.info:akw

1. Online. Some synchronic and diachronic aspects of Akawaio phonology. Edwards, W. F. 1978. WALS Online. RefDB. oai:refdb.wals.info:235
2. Online. Causative constructions in Akawaio. Stefanowitsch, Anatol. 2002. The grammar of causation and interpersonal manipulation. oai:refdb.wals.info:4904
3. Pero Mɨrɨ awonsi'kɨ toron pantomʉ. Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator). 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10506
4. Let’s read Akawaio. Wall, Doris (compiler). 1997. Akawaio Bible Translation Council. oai:sil.org:13608
5. TB (Senwo). Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator); Hunter, Rita (translator). 2005. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10522
6. Ɨkʉi uya i'kan nɨsa' a'taino. Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator); Hunter, Rita (translator). 2005. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10425
7. Kiyawɨ' mɨrɨ awonsi'kɨ kitata pantomʉ. Stegeman, Dee. 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10537
8. Warawo' mʉre uta'tʉ'ka'pʉ tʉ'si pɨ ɨmɨ'ɨ pona. Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator). 2005. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10439
9. Ɨ mainanpa. Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator); Hunter, Rita (translator). 2005. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10440
10. Eke inta waro'ma pantomʉ. Stegeman, Dee; Hunter, Rita (translator). 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10541
11. Pata e'sese'tɨpɨ'sa'. Stegeman, Dee. 2005. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10446
12. Penaro' kon pantomʉ ton. n.a. 2008. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10448
13. Ka'pon maimu pɨ' usenupanpai'nokon (An advanced guide to Akawaio spelling; Student manual, level 3). Stegeman, Dee. 2008. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society.oai:sil.org:10549
14. Pata e'sese'tɨpɨsa'. n.a. 2006. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10552
15. Ka'pon maimu pɨ' usenupanpai'nokon. Stegeman, Dee. 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10353
16. Upika'tɨnin ton. Henry, Neslina. 2005. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10453
17. Ka'pon maimu pɨ'usenupanpai'nokon (An Akawaio transitional primer); Student manual, level 1. Stegeman, Dee. 2004. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10557
18. A'setun mɨɨ awonsi'kɨ wʉi enu pantomʉ. Stegeman, Dee. 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10458
19. Piyai'ma pantomʉ ton. n.a. 2008. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10359
20. Ɨ'rɨ kaisaron l'ta ton?. Henry, Neslina. 2005. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10466
21. Teseru kenan toron pantomʉ. Stegeman, Dee; Hunter, Rita (translator). 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10468
22. Ɨnʉ' Uya kanau emʉ'nʉkʉ'pʉ?. Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator). 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10372
23. Ɨnʉ' uya upika'tɨ?. Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator). 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10375
24. Pɨrɨtuku mʉre mɨrɨ awonsi'kɨ moro' mʉre pantomʉ. Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator). 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10578
25. Kami pantomʉ: So'si uya AIDS pokon kon i'nʉnkato', mainanpato' eseru. Stegeman, Dee; Nenpoika'pʉ, Eunice Roland. 2008. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society.oai:sil.org:10580
26. Yaware amʉk pandong mʉ. Spencer, Dorothy; Williams, Doris. 1997. Akawaio Bible Translation Council. oai:sil.org:13780
27. Amʉre' pero pantomʉ. Stegeman, Dee (translator); Hunter, Rita (translator). 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10481
28. Ka'pon maimu pɨ' usenupanpai'nokon (An Akawaio transitional primer); Student manual level 2. Stegeman, Dee. 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10491
29. Utonpa pe e'nɨpai. Stegeman, Dee; Henry, Neslina (translator). 2003. Akawaio Language Preservation and Bible Translation Society. oai:sil.org:10596
30. Online. Akawaio: a language of Guyana. n.a. 2013. SIL International. oai:ethnologue.com:ake
31. Online. LINGUIST List Resources for Akawaio. Damir Cavar, Director of Linguist List (editor); Malgorzata E. Cavar, Director of Linguist List (editor). 2016-03-28. The LINGUIST List (www.linguistlist.org).oai:linguistlist.org:lang_ake


Participe deste Projeto!
Ajude a Construir o Futuro que nós Queremos!