quarta-feira, 30 de março de 2016

NT Apalaí


O Novo Testamento na Língua Apalaí
Ritonõpo Omiry

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Recursos na Língua Apalaí
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A Aparai Arawajé, na aldeia Apalai


Histórias Bíblicas Curtas em Áudio - 21:45min.
1. Faixa 1 (10:53min.)

2. Faixa 2 (10:51min.)

3. A criação e Queda

4. Noé

5. O nascimento de Jesus

6. Morte e Ressurreição

7. Downloads


Introdução
Os Aparai e os Wayana são povos de língua karib que habitam a região de fronteira entre o Brasil (rio Paru de Leste, Pará), o Suriname (rios Tapanahoni e Paloemeu) e a Guiana Francesa (alto rio Maroni e seus afluentes Tampok e Marouini). No Brasil, eles mantêm há pelo menos cem anos relações estreitas de convivência, coabitando as mesmas aldeias e casando-se entre si. Por conseguinte, é muito comum encontrar referências a essa população como um único grupo, embora sua diferenciação seja reivindicada com base em trajetórias históricas e traços culturais distintos.


Retrato de Dondon, então chefe Wayana da aldeia Anapuaka



Processos de aproximação e separação
A atual configuração e composição dos Aparai e Wayana é resultado da integração de vários outros grupos com os quais mantinham relações estreitas, sobretudo a partir do século XVIII. Os Wayana assimilaram os Upurui, Kukuyana, Opagwana e Kumarawana, entre outros; ao passo que os Aparai incorporaram os Apama, Pirixiyana e Arakaju. Embora reconheçam essa diversidade primordial e até mesmo apontem certos indivíduos como descendentes "puros" de alguns desses grupos, os Aparai e Wayana enfatizam, hoje em dia, que todos estão "misturados". De fato, não é possível saber se todos esses nomes, mencionados tanto pelas fontes históricas como pelos próprios grupos atualmente, referem-se a povos distintos, correspondendo deste modo a etnônimos; ou se eles designam unidades menores de uma mesma população, referindo-se a subgrupos.


Aldeia no alto curso do rio Paru de Leste, no Pará. No centro, a tukusipan; à direita, o campo de pouso da FAB


As primeiras referências aos intercasamentos e à suposta "fusão" entre os Aparai e Wayana são do século XVIII. A partir de então, viajantes e pesquisadores têm apontado uma situação avançada de indiferenciação sociocultural em território brasileiro, a despeito da sua distinção lingüística. No final da década de 1970, o antropólogo suíço Daniel Schoepf passa a nomeá-los "Wayana-Aparai", designação rapidamente adotada pelos órgãos públicos e oficiais até os dias de hoje. Contudo, os Aparai e Wayana não reconhecem esta denominação mais geral, afirmando em contextos variados sua separação.


Aparai fazendo um cocar. Foto- Lúcia H. van Velthem, 1975


Para tanto, eles articulam vários elementos distintivos, como diferenciação lingüística, origens e trajetórias históricas distintas, costumes e práticas diversos (narrativas míticas, cantos, concepções cosmológicas e valores estéticos). Por exemplo, os Wayana dominariam um repertório mais amplo de motivos gráficos decorativos, ao passo que os Aparai teriam maior habilidade técnica para sua execução; as cerâmicas aparai seriam pintadas, ao contrário das cerâmicas wayana; os primeiros teriam o costume de cremar seus mortos, enquanto os segundos preferem enterrá-los e assim por diante. Em suma, à amálgama social e cultural dessa população não corresponde uma identidade única. Os processos de aproximação e fusão em curso são acompanhados por movimentos de distanciamento e fissão em vários contextos.


Aparai fazendo um cocar. Foto- Lúcia H. van Velthem, 1975


Neste mesmo sentido, os indivíduos que descendem de casamentos mistos costumam ser identificados ora como "misturados" ou "cruzados", ora de acordo com o grupo paterno, o que irá depender de um jogo de forças políticas. Apesar de bilíngues em sua maioria, eles tendem a privilegiar o uso da língua falada em sua aldeia. Cada aldeia é identificada a um ou outro grupo, conforme a língua falada por seu fundador. Disto não decorre, no entanto, uma associação imediata entre a identidade que se atribui à aldeia e a língua falada cotidianamente por seus membros. No mais, há ainda vários outros contextos nos quais a diferenciação entre os Aparai e Wayana é (re)produzida. Disputas entre famílias, brigas entre afins, assim como toda sorte de desentendimento são, quando possível, atribuídos e explicados pela participação de indivíduos pertencentes a outro grupo qualquer. Na aldeia Apalaí (também chamada Bona), por exemplo, a presença e a disputa entre dois líderes proeminentes, ambos nomeados por agentes assistenciais, tende também a se apropriar dessa distinção, cada qual reivindicando, com base em suas origens, representar uma das 'etnias' diante dos órgãos assistenciais.


Confeccionando um bracelete feminino na aldeia Apalai


Enfim, a construção e apropriação das denominações étnicas "Aparai" e "Wayana" por essa população resultam do processo de interação com o Estado, respondendo a exigências de novas formas de representação diante da sociedade envolvente não-indígena. Esses coletivos passaram a regular muitas das relações entre os grupos e os agentes de contato, mas não todas. Todavia, fazem-no por meio do ocultamento da sua diversidade interna e pela fixação de limites que, na verdade, são fluidos. Com efeito, estes 'etnônimos' referem-se a uma realidade múltipla, composta por elementos complexos, variados e interdependentes, agregando famílias, aldeias, (sub)grupos e várias outras unidades sociopolíticas distintas.


Fazendo beiju


Nome e Língua
Nome
Os Aparai são mencionados na literatura como: Appirois, Aparathy, Apareilles e Apalaii, pelos viajantes; Aparis e Apalaís, mais recentemente, por representantes do governo; por fim, Aparai, forma como o grupo se auto-denomina hoje em dia.


Fazendo um pote. Foto - Lucia H. van Velthem, 1975 



Por sua vez, os Wayana são conhecidona literarura por: Ojana, Ajana, Aiana, Ouyana, Uajana, Upurui, Oepoeroei, Roucouyen, Oreocoyana, Orkokoyana, Urucuiana, Urukuyana, Alucuyana e Wayana. Os termos Roucouyennes ou Roucouyen (de rocou, "urucum", em francês), assim como as corruptelas Urucuiana ou Rucuiana em português, empregados nos séculos XVIII e XIX, se originaram do uso freqüente da pintura corporal de urucum por essa população. Desconhece-se a etimologia do vocábulo Wayana, atual auto-designação dessa população. Sabe-se apenas que se trata de uma palavra Caribe, como mostra o sufixo yana, que designa "povo", "gente", em muitas línguas dessa família.


Fazendo um pote. Foto - Lucia H. van Velthem, 1975


Tanto as designações mais gerais Aparai e Wayana, como os nomes dos vários outros grupos primordiais (Pirixiyana, Kumakai, Ahpamano, Arakaju, Upurui, Kukuyana e Kumarawana, por exemplo) são empregados com base em referências genealógicas, características físicas e comportamentais, além da origem geográfica. Desse modo, os Upurui seriam mais corpulentos e de pele mais escura, provenientes do alto rio Jari; os Apama, mais claros e baixos, seriam originários do baixo rio Jari; os Pirixiyana, do rio Maicuru, falariam muito rápido, assim por diante.


Festa de Okomo (em aparai; eputop em wayana), ritual Aparai-Wayana 


Língua
Como em toda a região, a situação no rio Pardeu Leste é de multilingüismo. Cada indivíduo adulto fala de duas a três línguas pelo menos, entre aparai, wayana, português, tiriyó e, em alguns casos, wajãpi, aluku e crioulo. No entanto, a distribuição de falantes e o uso de cada uma das línguas são desiguais. No Brasil, a língua aparai é preferencialmente empregada nos diálogos entre indivíduos pertencentes a grupos distintos, o que se deve, em grande parte, à atividade missionária de 1968 a 1992.
A alfabetização dessa população é feita nas línguas portuguesa e aparai, tornando esta última a língua dos livros e cultos. Não obstante, apesar do predomínio da língua aparai, a língua wayana passou a gozar na última década de enorme prestígio entre os mais jovens, por permitir a comunicação com grupos wayana e tiriyó residentes no Suriname e na Guiana Francesa.


Festa de Okomo (em aparai; eputop em wayana). 
Foto- Lucia H. van Velthem, 1975 



Localização e histórico da ocupação
De acordo com as fontes históricas e seus próprios relatos, os AparaWayana têm origens distintas. Os primeiros são provenientes da margem sul do rio Amazonas, tendo migrado até a região dos baixos e médios cursos dos rios Curuá, Maicuru, Jari e Paru de Leste, e de lá até a sua área de ocupação atual. Os Wayana, por sua vez, ocuparam por muito tempo a região do alto e médio curso do rio Paru de Leste, seu afluente Citaré, o alto rio Jari, além dos rios Litani, Paloemeu e afluentes.


Índios com o Frei


No século XVI, os Aparai ocupavam a margem direita do rio Amazonas, ao sul, e, à sudoeste, pela região onde hoje estão as cidades de Macapá e Belém. Outros grupos, posteriormente assimilados, viviam não muito longe do rio Amazonas, na região dos baixos rios Paru de Leste e Jari.


Maruana, roda de madeira confeccionada para ser posta no teto da casa Tukuxipam


No final do século XVII, os Aparai teriam mantido relações com os grupos Apama e Aracaju, possivelmente de língua tupi e habitantes das proximidades de Almerim, reduzidos à Missão do Paru, pouco a pouco integrados à população local. Um pequeno grupo Apama teria conseguido isolar-se na região do Maicuru até a década de 1960, mantendo relações estreitas de troca e intercasamento com os Aparai.


Moqueando peixe


Em meados do século XVIII, são mencionados pelas fontes históricas assentamentos Wayana no médio rio Maroni, embora a maior parte da população se encontrasse ainda em território português, delimitado ao sul e a oeste, pelo rio Citaré, ao norte, pelo igarapé Matawaré (no alto rio Paru de Leste) e a leste pelo alto rio Jari e tributários. O território dos Aparai, por sua vez, ocupava a região contígua ao sul, abaixo do rio Citaré, nos cursos médios e baixos dos rios Paru, Curuá, Cuminá, Maicuru e Jari. Este período foi marcado pelo acirramento das relações de intercâmbios, guerras e intercasamentos entre os povos indígenas da região. Destacam-se os conflitos entre os Aparai e Wayana, nos médios cursos dos rios Paru e Jari; entre os Wayana e Tiriyó, ao norte destes rios; e entre os Wayana e Wajãpi, a leste, nas regiões limítrofes dos territórios destes dois grupos.


O aparai Mikita fazendo uma cesta em aldeia no Rio Paru de Leste; ao fundo, sua esposa wayana


Na década de 1950, os Aparai encontravam-se ainda distribuídos pelos rios Paru de Leste, Jari, Maicuru e alto Curuá do Alenquer; ao passo que os Wayana ocupavam os médios e altos cursos dos rios Paru de Leste e Jari, além dos rios Litani (Guiana Francesa) e Paloemeu (Suriname). Até 1960, havia alguns assentamentos próximos à região de Anatum, na confluência do igarapé Mopecu com o baixo Paru de Leste. Em 1984, apenas uma aldeia Aparai situava-se próxima à confluência dos rios Jari e Ipitinga.


O aparai Sanari fazendo um cesto na aldeia Maxipurimo


Hoje, os Aparai e Wayana estão distribuídos em três grupos territoriais definidos pelos eixos fluviais do rio Paru de Leste, no Brasil, do rio Marouni, na Guiana Francesa e do rio Tapanahoni no Suriname. Enquanto a grande maioria dos Aparai se encontra em território brasileiro, os Wayana também se distribuem pela Guiana Francesa e Suriname. Essa configuração em três conjuntos territoriais distintos é resultado de sua longa história de contato com não-índios, marcada por migrações, processos de fissão e fusão com outros povos indígenas. De qualquer modo, a distância espacial não representa um obstáculo para a interação entre esses conjuntos territoriais, que se dá, fundamentalmente, com base em laços de parentesco e de parcerias formais de troca.


Preparando os olok (em wayna; orokó em aparai), adornos para a festa de Okomo (em aparai; eputop em wayana). Foto- Lúcia H


No Brasil, os Wayana e Aparai distribuem-se por cerca de dezesseis aldeias, todas elas situadas no alto e médio curso do rio Paru de Leste, dentro do Parque Indígena do Tumucumaque e da Terra Indígena Rio Paru D'Este. Essas duas áreas indígenas contíguas abrangem cerca de 4.266.852 ha no norte do Pará, abrigando também grupos tiriyó,kaxuyana, akuriyó e wajãpi, entre outros.


Tukusipam na aldeia Twemke, na Guiana Francesa


Apalaí: Uma Língua do Brasil
ISO 639-3APY
Nomes alternativos: Apalay, Aparai, Arakwayu
População: 450 (1993 SIL). Não monolíngues.
Localização: Pará: Leste do Rio Paru; alguns nos rios Jari e Citaré, 20 aldeias; alguns no estado do Amapá.
Mapas de idiomas: nordeste do Brasil
Estado idioma: 5 (Desenvolvimento).
Classificação: Cariban, Central
Tipologia: OVS, SOV.
Use uma linguagem: Utilização forte. Também usar Wayana [caminho] .
Desenvolvimento da linguagem: Taxa de alfabetização em L1: 10% -30%. Taxa de alfabetização na L2: 37%. Dicionário. Gramática. NT: 1986.
Recursos de linguagem: recursos Olac em e sobre Apalaí
Escrevendo: Alfabeto latino [Latn] .


Vista parcial da aldeia Anapuaka no médio-alto Rio Paru de Leste, no Pará


Recursos dos Arquivos Abertos de Línguas - OLAC          
ISO 639-3: APY
Outros nomes conhecidos e nomes dialectais: Apalay, Aparai
Use a pesquisa facetada para explorar recursos para a linguagem Apalaí .

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2.     Online. Vocabulário básico Apalaí-Português: Dicionário da língua Apalaí. Koehn, Edward H. (compiler); Koehn, Sally S. (compiler). 1995. Sociedade Internacional de Lingüística. oai:sil.org:16984


Vista parcial da aldeia Bona (antigo nome da aldeia Apalai). Terreiro Central, peloto, e casas familiares. No fundo, campo de pouso da FAB


1. Online. Glottolog 2.7 Resources for Apalaí. n.a. 2016. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:glottolog.org:apal1257
2. Online. PHOIBLE Online phonemic inventories for Apalai. n.a. 2014. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:phoible.org:apy
3. Online. SAILS Online Resources for Apalaí. n.a. 2013. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:sails.clld.org:apy
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6. Online. Bound Person Markers of the Apalaí Verb Phrase. Koehn, Edward Henry. 1965. Associação Internacional de Linguística SIL – Brasil. oai:sil.org:41336
7. Online. The Apalaí Phrase. Koehn, Edward Henry. 1966. Associação Internacional de Linguística, SIL – Brasil. oai:sil.org:41492
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9. Online. LAPSyD Online page for Apalaí. Maddieson, Ian. 2009. www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr. oai:www.lapsyd.ddl.ish-lyon.cnrs.fr:src777


Vista parcial da aldeia Likirekiclepau, no rio Citaré. O local estava sendo abondonado depois da morte de seu chefe. Foto- Daniel Schoepf, 1972


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14. Senetatose 1-4. Koehn, Edward H.; Koehn, Sally S. 1968. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16775
15. Atamorepaketõ nymerohpyry. Koehn, Edward H. (consultant); Koehn, Sally S. (consultant). 1988. Summer Institute of Linguistics. oai:sil.org:16576
16. Componentes semânticos do sistema apalaí de parentesco. Koehn, Sally S. 1987. Universidade de São Paulo. oai:sil.org:880
17. Online. Sistemas contrastivos de marcadores de pessoa em duas línguas carib: Apalaí e hixkaryána. Gudschinsky, Sarah C. 1973. Série Lingüística. oai:sil.org:16986
18. Object-initial languages. Derbyshire, Desmond C.; Pullum, Geoffrey K. 1979. Work Papers of the Summer Institute of Linguistics, University of North Dakota Session. oai:sil.org:40086
19. Preliminary bibliography of Northern Carib. Derbyshire, Desmond C.; Pullum, Geoffrey K. n.d. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:59399
20. Online. Apala?: a language of Brazil. n.a. 2013. SIL International. oai:ethnologue.com:apy


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