quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

NT: A Palavra de Deus na Língua Wayana

  
A Palavra de Deus
na
Língua Wayana
Áudio-Texto

 A lenda Wayana da miçanga a partir da árvore Samaumeira



  
Ouça e Leia a Palavra de Deus em Wayana A Fé Vem Pelo Ouvir
Novo Testamento - Edição 1979  Áudio-Texto
Este áudio bíblico é trazido a você por Faith Comes By Hearing  2010 Hosanna
Este texto da Bíblia é trazido a você por World Team  - 1979 World Team



Retrato de Dondon, então chefe Wayana da aldeia Anapuaka
Foto: Lucia H. van Velthem, 1975.



Recursos em áudio da GRN na Língua Wayana
Histórias bíblicas curtas em áudio, mensagens evangelísticas que podem incluir canções e música. Explicam o plano de salvação e ensinam a base do Cristianismo.
Número do Programa: A07601
Nome do Idioma: Wayana
Duração do Programa: 35:22min.
Criação (3:44min.)
3.      Leia o roteiro
Alimentação dos Cinco Mil (3:44min.)
Noé (3:28min.)
3.      Leia o roteiro
A Ovelha Perdida (3:24min.)
3.      Leia o roteiro
O Nascimento de Jesus (3:35min.)
3.      Leia o roteiro
Zaqueu (3:16min.)
3.      Leia o roteiro
A Crucificação (3:31min.)
A Ressurreição (3:25min.)
3.      Leia o roteiro
A alimentação dos cinco mil (3:27min.)
A Segunda Vinda (3:42min.)
3.      Leia o roteiro
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Nosso objetivo é que estas gravações sejam usadas na evangelização e em estudos bíblicos que levem a mensagem do Evangelho a pessoas iletradas ou que façam parte de uma cultura mais oral do que escrita, e em especial a grupos não alcançados.
Copyright © 1963 Global Recordings Network. Este registro pode ser copiado livremente para uso ministério pessoal ou local, desde que não seja modificado, e não seja vendido ou empacotado com outros produtos que são vendidos.



Festa de Eputop, ritual Wayana (Okomo, em apalai)
Foto: Lucia H. van Velthem, 1975.



A cultura como mercadoria
Entre os anos de 1968 e 1992, os Apalaí e os Wayana conviveram no rio Paru de Leste com missionários protestantes norte-americanos do então chamado Summer Institute of Linguistics (SIL, hoje também chamada Sociedade Internacional de Lingüística). Junto com suas atividades proselitistas, e com propósitos educacionais, estes missionários iniciaram um trabalho de 'recuperação' e incentivo à comercialização de artigos da cultura material Apalaí e Wayana, visando garantir a autossuficiência econômica destes índios e familiarizá-los com a economia monetária e mercantil. No final da década de 60, estabeleceu-se uma 'cantina' para troca de artesanato Apalaí e Wayana por bens manufaturados, sob direção de um índio Apalaí chamado Zé Pereira. Com a morte de Zé Pereira, uma nova 'cantina de troca' foi criada em 1975, também com apoio dos missionários e sob responsabilidade de outro índio Apalaí, Jaké. Este último foi, até recentemente, o principal intermediário na comercialização de artesanato e bens industrializados entre as cidades de Macapá e Belém e as aldeias indígenas.


Festa de Eputop, ritual Wayana (Okomo, em apalai)
Foto: Lucia H. van Velthem, 1975.


Entre 1977 e 1990, houve um grande aumento na produção e comercialização do artesanato Apalaí e Wayana, apoiado desde então pela FUNAI e seu Programa Artíndia.
A partir de 1997, a Associação dos Povos Indígenas do Tumucumaque (APITU) iniciou o Projeto Tykasahmo de incentivo à produção e comercialização de artesanato Apalaí e Wayana, com financiamento do Subprograma Projetos Demonstrativos (PD/A-PPG7), e a instalação de três novas 'cantinas' de compra e venda nas aldeias.
Desde o início, quando ainda era incentivada pelos missionários do SIL, a produção de itens destinados exclusivamente à comercialização tem acarretado mudanças na cultura material Apalaí e Wayana. Progressivamente, os itens da cultura material têm sido estilizados, destinados apenas à comercialização e substituídos, no cotidiano das aldeias, por artigos industrializados. Além disso, verifica-se um fenômeno mais amplo de transformação da cultura – em suas formas mais 'substantivas': cultura material, festas, ritos e conhecimentos – numa mercadoria, destinada a veicular uma identidade étnica e cultural estereotipada e à obtenção de recursos para aquisição de artigos industrializados.
Além da comercialização de artesanato, muitos Apalaí e Wayana têm buscado dedicar-se a outras atividades como a prestação de serviços e o trabalho em garimpos vizinhos, ou para os órgãos assistenciais (FUNAI, FAB, Governo do Estado do Amapá). A partir de 1994, a APITU passou a estabelecer uma série de convênios com o Governo do Estado do Amapá, que aumentaram muito o número de contratações de índios como: professores indígenas, monitores de saúde, pilotos e 'proeiros' de lanchas, monitores para a produção de artesanato, assistentes de enfermagem. Por conseguinte, os Apalaí e Wayana utilizam cada vez mais o dinheiro como medida de valor e meio de troca (moeda corrente) em algumas transações fora e dentro das aldeias.


Preparando os Olok (orokó em Apalaí), adornos para a festa de Eputop (Okomo, em Apalaí).
Foto: Lucia H. van Velthem, 1975.


Sistema produtivo
Como a maioria dos demais grupos indígenas da região das Guianas, os Apalaí e os Wayana praticam uma economia de subsistência, baseada na caça, pesca, coleta e cultivo de frutas e tubérculos. Estas atividades econômicas são regidas por duas estações que dividem o ano por toda a região Norte do país: O "verão", ou estação seca, que se estende aproximadamente entre os meses de julho a dezembro; e o "inverno", a estação das chuvas, entre janeiro e junho. Este ciclo anual orienta não só o calendário das atividades – particularmente a abertura, derrubada, limpeza, coivara, plantio e colheita das roças –, como determina as espécies de animais, peixes e frutos disponíveis e, por conseguinte, a dieta alimentar dos Apalaí e Wayana.


Vista parcial da aldeia Anapuaka no médio-alto Rio Paru de Leste, no Pará.
Foto: Lucia H. van Velthem, 1975.


Em termos gerais, no "inverno", durante as chuvas, o consumo de tubérculos é reduzido de modo a não faltar para o resto do ano, até que uma nova colheita seja feita. A pesca diminui com o aumento do nível d'água dos rios e igarapés, e, em contrapartida, a caça é privilegiada com o surgimento de pequenas ilhas ao longo do rio, onde ficam presos alguns animais. No "verão", por sua vez, aproveita-se a maior parte do tempo no preparo da terra para o cultivo das roças, sendo também um período propício para a pesca, dada a concentração de peixes em lagos e pequenos cursos d'água.
As tarefas são organizadas de acordo com uma rígida divisão sexual do trabalho. Aos homens cabe exclusivamente a caça, a pesca, a abertura (derrubada, queimada e limpeza) de roças e de novos assentamentos, a construção de casas, e também a produção de toda a parafernália doméstica em cestaria (abanos, cestos e recipientes, tipiti etc.). As mulheres são responsáveis pelo aprovisionamento da água e do fogo, o preparo dos alimentos, o processamento de tubérculos (na produção de farinha, beiju e, sobretudo, bebidas fermentadas), e toda a produção em cerâmica (panelas e fornos para torrar beiju e farinha) e em algodão (redes, tipoias etc.). A ambos os sexos cabem as atividades de coleta, o plantio e a colheita dos produtos da roça, e as grandes pescarias realizadas com timbó durante a estação seca.


Vista parcial da aldeia Likirekiclepau, no rio Citaré. O local estava sendo abandonado depois da morte de seu chefe.
 Foto: Daniel Schoepf, 1972


As unidades de produção básicas são a família nuclear e o grupo doméstico, isto é, os casais, seus filhos(as) solteiros e casados, cunhados, genros e noras co-residentes. Cada casal possui entre uma e três roças, em diferentes estágios de desenvolvimento. As roças situam-se próximas à aldeia, em local escolhido ou aceito pelo fundador ou chefe da aldeia, de acordo com critérios como a qualidade do solo, o regime das chuvas (terrenos não alagadiços), incidência de pragas (saúvas) e animais (porcos do mato etc.). Quando os pais de um dos cônjuges habitam uma outra aldeia, é comum que o casal abra uma segunda ou terceira roça próxima a esta, visitando-os com frequência. Além disso, recém-casados podem compartilhar a roça dos pais de um dos cônjuges até que possuam uma roça própria.
  
Roça, caça, pesca e coleta
Nas roças são cultivadas várias espécies de tubérculos (mais de 30 espécies de mandiocas, macaxeiras, batatas-doces, carás etc.), cana de açúcar, frutas (banana, melancia, abóbora, manga, maracujá, graviola, laranja e limão), algodão, urucum e jenipapo. São também plantados alguns frutos no entorno das aldeias.
Durante o ano todo, são realizadas incursões na floresta para a caça e a coleta. A coleta é praticada com a mesma intensidade, complementando a dieta alimentar. Estas incursões mobilizam o casal ou, mais frequentemente, grupos de irmãos, cunhados, pai e filhos. Nelas são obtidos: mel silvestre, açaí e bacaba, larvas de insetos, ovos de tracajá (nas praias, durante a estação seca), arumã para a confecção de cestaria, resinas vegetais, barro e argilas para a produção de cerâmica e de tinturas minerais etc.


Fazendo Beiju. Foto: Lucia H. van Velthem, 1975.


Por meio da caça os Apalaí e Wayana acrescentam à sua dieta: tapires, cervídeos, roedores (paca e cutia, por exemplo), macacos (cuatá e guariba entre outros), porcos do mato (queixada e caititu), aves (mutum, jacamim, tucano), jacaré e lagartos etc. As técnicas empregadas variam conforme as espécies de animais e a época do ano. Algumas vezes, sobretudo, no período que antecede as festas, grupos de homens realizam incursões na floresta que chegam a durar semanas, e nas quais são abatidas grandes quantidades de animais. Cotidianamente, pratica-se, no período de seca, pequenas incursões à floresta e a "espera" (ou mutá) nas roças ou próximo a árvores frutíferas; no período de chuvas, a "lanternagem" (em que são abatidos animais na beira do rio à noite). De qualquer maneira, os Apalaí e Wayana utilizam espingardas, com as quais estão familiarizados há mais de um século. Embora sejam realizadas durante todo o ano, a época privilegiada para as caçadas é a estação das chuvas, quando alguns animais ficam 'ilhados' com o crescimento do nível dos rios.


Moquecando peixe. Foto: Lucia H. van Velthem, 1975.


A pesca também se caracteriza pela diversidade de pescados e técnicas empregadas: tucunaré, surubim, pacu e piranha são algumas das espécies obtidas na região. A pesca com linha e anzol industrializados predomina, mas também são utilizadas redes "malhadeiras" (sobretudo, durante a época das chuvas), o arco e flecha e o timbó (na estação seca).
Tradicionalmente, os Apalaí e os Wayana não praticam a criação de animais para a alimentação. Além de cachorros para caçar e comercializar com outros grupos indígenas, são criados patos, galinhas e algumas espécies silvestres (mutuns, jacamins, tucanos e araras, macacos e caititus). Estes animais não costumam ser consumidos, apenas os ovos de galinha e de pato, e, ainda assim, em situações de escassez. Também não produzem excedentes para comercializar, salvo pequenas quantidades de farinha transportada em viagens, vendidas, antes, a trabalhadores extrativistas da região durante as décadas de 1920 a 60, e, atualmente, em garimpos próximos à área indígena.

Bens industrializados
Com o passar do tempo e a intensificação das relações com segmentos da sociedade envolvente, a quantidade, o sortimento e a dependência de bens industrializados se tornou cada vez maior. Antes, estas mercadorias eram comparativamente pouco diversas, limitando-se a ferramentas de metal, armas de fogo, panos, miçangas, malas e algumas bugigangas. Hoje em dia, além destes mesmos itens, acrescentam-se rádios toca-fitas portáteis, cosméticos, alimentos em conserva, motores de popa e uma infinidade de outros artigos.


Fazendo um pote. Foto - Lucia H. van Velthem, 1975


Esta mudança no acesso, uso e dependência de bens industrializados por parte dos Apalaí e Wayana vem sendo promovida desde a primeira metade deste século XX por profundas transformações nas relações estabelecidas com segmentos da sociedade envolvente. Como foi visto, até o final do século XIX, os Apalaí e Wayana dependeram do intermédio dos Meikoro para adquirir bens industrializados, negociando com estes por meio de parcerias formais de troca, individualizadas e exclusivas, baseadas no 'crédito' e em adiantamentos de mercadorias. A partir de então e, particularmente, entre 1920-50, os Apalaí e Wayana passaram a privilegiar as relações com as frentes extrativistas que se estabeleceram na região, fornecendo alimentos e prestando serviços em troca de mercadorias industrializadas (em quantidades e sortimento muito maiores do que as adquiridas até então) e até mesmo de dinheiro. Contudo, foi a partir da década de 1960, com o início das atividades assistenciais por parte da FAB, FUNAI e de missionários do SIL, que a aquisição de bens industrializados passou por maiores transformações. Tais transformações se deram não só no plano da quantidade e variedade de artigos industrializados disponíveis, mas em relação aos modos de aquisição.


O Apalai Mikita fazendo uma cesta em aldeia no Rio Paru de Leste; ao fundo, sua esposa Wayana
Foto: Lucia H. van Velthem, 1975.


As políticas indigenistas implementadas vêm trabalhando a favor da 'educação' e familiarização dos índios com a economia monetária e com a venda de mão-de-obra assalariada. Entre estas políticas, destacam-se: o estímulo à produção e comercialização de artesanato, a instalação de 'cantinas' e postos de vendas de mercadorias industrializadas em algumas aldeias, a contratação de índios para prestação de serviços temporários ou definitivos.



Wayana: uma língua do Suriname
ISO 639-3
Nomes alternativos: Alukuyana, Oayana, Oiana, Oyana, Roucouyenne, Uaiana, Upurui, Wajana
População: 500 no Suriname (Crevels, 2007). População étnica: 500 (Crevels, 2007). Total de falantes em todos os países: 850.
Localização: Distrito de Marowijne: rio superior de Tapanahoni; a noroeste de falantes da língua Trio [tri].
Status da linguagem: 5 (Desenvolvimento).
Classificação: Cariban, Central, Wayana
Dialetos: Nenhum conhecido. Parcialmente inteligível do Apalaí [APY] .
Uso da Língua: Falado ativamente em aldeias geograficamente distantes e isoladas (Crevels, 2007). Também usam Sranan [srn] , especialmente em relações comerciais (Crevels, 2007).
Desenvolvimento da linguagem: Taxa de alfabetização na L1: 10% -30%. Taxa de alfabetização na L2: 25% -50%. NT: 1979.
Escrevendo: Alfabeto latino [Latn] .
Outros comentários: Cristão.

Também Falado no: Brasil
Nome do idioma: Wayana
População: 150 no Brasil. População étnica: 450 (Moore, 2006). Wayana e Apalaí são registrados como um único grupo de 420 membros (1998).
Localização: Pará: Parque Indígena do Tumucumaque e Terra Indígena Rio Paru D'Este, principalmente no rio Paru do Leste.
Nomes alternativos: Alukuyana, Oayana, Oiana, Oyana, Uaiana, Upurui, Wayâna
Dialetos: Rucuyen (Roucouyenne), Urucuiana (Urucena).
Status: 8a (Moribunda).
Uso da Língua: A maioria dos Wayana fala sua língua nativa, mas não se sabe quantos estão entre o grupo étnico combinado (Crevels, 2007). Usado como L2 pelos Apalaí [apy].

Também Falado na: Guiana Francesa
Nome do idioma: Wayana
População: 200 na Guiana Francesa, diminuindo. População étnica: 1.000.
Localização: Distrito de Saint-Laurent-du-Maroni: área de fronteira sudoeste, ao longo do rio Maroni.
Nomes alternativos: Alukuyana, Guayana, Oayana, Uaiana, Upurui
Status: 7 (Deslocamento).

Recursos dos Arquivos Abertos de Línguas: Olac
ISO 639-3: way
Textos primários
1.     Online. Chant de la flèche. Kuliaman (speaker); Rivière, Hervé (researcher); Rivière, Hervé (depositor); Camargo, Éliane (researcher). 2011. Laboratoire de langues et civilisations à tradition orale.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-WAY_FLECHE
2.     Online. Song of the arrow. Rivière, Hervé (researcher); Rivière, Hervé (depositor); Camargo, Éliane (researcher); Kuliaman (speaker). 2010. Laboratoire de langues et civilisations à tradition orale.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-WAY_FLECHE_SOUND
3.     Online. Song for the ant-sting ritual. Kuliaman (speaker); Rivière, Hervé (researcher); Rivière, Hervé (depositor); Camargo, Éliane (researcher). 2011. Laboratoire de langues et civilisations à tradition orale. oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-WAY_MORDRE
4.     Online. Song for the ant-sting ritual. Rivière, Hervé (researcher); Rivière, Hervé (depositor); Camargo, Éliane (researcher); Kuliaman (speaker). 2010. Laboratoire de langues et civilisations à tradition orale. oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-WAY_MORDRE_SOUND
5.     Online. Song to go fast. Kuliaman (speaker); Rivière, Hervé (researcher); Rivière, Hervé (depositor); Camargo, Éliane (researcher). 2011. Laboratoire de langues et civilisations à tradition orale.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-WAY_VITE
6.     Online. Song to go fast. Rivière, Hervé (researcher); Rivière, Hervé (depositor); Camargo, Éliane (researcher); Kuliaman (speaker). 2010. Laboratoire de langues et civilisations à tradition orale.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-WAY_VITE_SOUND
7.     Online. Wayana Genesis Translation. The Long Now Foundation. n.d. The Rosetta Project: A Long Now Foundation Library of Human Language. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_way_gen-1

Recursos lexicais
1.     Online. Crúbadán language data for Wayana. Kevin Scannell. 2015. The Crúbadán Project. oai:crubadan.org:way

Descrições da língua
1.     Online. Glottolog 2.7 Resources for Wayana. n.a. 2016. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:glottolog.org:waya1269
2.     Online. PHOIBLE Online.  phonemic inventories for Wayana. n.a. 2014. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:phoible.org:way
3.     Online. Languages of the Guianas. Jackson, Walter S. 1972. Norman: Summer Institute of Linguistics of the University of Oklahoma. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_way_morsyn-1
4.     Online. Languages of the Guianas. Jackson, Walter S. 1972. Norman: Summer Institute of Linguistics of the University of Oklahoma. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_way_ortho-1
5.     Online. Languages of the Guianas. Grimes, Joseph E. 1972. Norman: Summer Institute of Linguistics of the University of Oklahoma. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_way_phon-1
6.     Online. A Wayana grammar. Jackson, Walter S. 1972. SIL International Publications in Linguistics 35. oai:sil.org:8669
7.     Online. WALS Online.  Resources for Wayana. n.a. 2008. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:wals.info:wyn

Outros recursos sobre a língua
1.     Online. Etudes linguistiques caraibes 2. de Goeje, Claudius H. 1946. n.p. oai:refdb.wals.info:4187
2.     Online. A Wayana grammar. Jackson, Walter S. 1972. Languages of the Guianas. oai:refdb.wals.info:4644
3.     Études linguistiques caraïbes, tome 2. Goeje, Claudius Henricus de, 1879-. 1946. Koninklijke Nederlandse Akademie van Wetenschappen. Afdeling Letterkunde Verhandelingen, nieuwe reeks, deel 10, no.3, etc. oai:gial.edu:28239
4.     Tulakanem pampilan. Schoen, Ivan. 1981. Instituut voor Taalwetenschap. oai:sil.org:13811
5.     Online. Languages of the Guianas. Grimes, Joseph E. (editor). 1972. SIL International Publications in Linguistics 35. oai:sil.org:8557
6.     Preliminary bibliography of Northern Carib. Derbyshire, Desmond C.; Pullum, Geoffrey K. n.d. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:59399
7.     Oral Traditions: Kankantri. Kulepeman; Eithne (researcher). 2007. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E52-6
8.     Oral Traditions: Eagle. Kulepeman; Eithne (researcher). 2007. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E46-9
9.     Oral Traditions: War. Eithne (researcher); Kulepeman. 2007. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E54-9
10.           Music: David 1. David (singer); Eithne (researcher). 2007. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E57-A
11.           Oral Traditions: Same. Same; Eithne (researcher). 2007. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E56-0
12.           Oral Traditions: Hero. Kulepeman; Eithne (researcher). 2006. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E48-0
13.           Oral Traditions: Pupupi. Same; Eithne (researcher). 2007. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E4D-1
14.           Oral Traditions: Ipotoli. Same; Eithne (researcher). 2007. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E4A-D
15.           Oral traditions: Jaguar Turtle. Kulepeman; Eithne (researcher). 2006. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E4F-3
16.           Oral traditions:Jaguar Sloth. Kulepeman; Eithne (researcher). 2006. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E4C-9
17.           Music: David 2. Eithne (researcher); David (singer). 2006. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E58-D
18.           Oral Traditions: Shoot. Kulepeman; Eithne (researcher). 2007. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E50-E
19.           Oral Traditions: Howler Monkey. Kulepeman; Eithne (researcher). 2006. Dr. Eithne Carlin. oai:www.mpi.nl:1839_00-0000-0000-0009-5E49-A
20.           Online. Wayana: a language of Suriname. n.a. 2013. SIL International. oai:ethnologue.com:way
21.           Online. LINGUIST List Resources for Wayana. Damir Cavar, Director of Linguist List (editor); Malgorzata E. Cavar, Director of Linguist List (editor). 2017-02-07. The LINGUIST List (www.linguistlist.org).oai:linguistlist.org:lang_way

Outros nomes conhecidos e nomes dialetais: Alukuyana, Guayana, Oayana, Oiana, Oyana, Roucouyenne, Rucuyen, Uaiana, Upurui, Urucena, Urucuiana, Wajana
Outros termos de pesquisa: dialeto, vernáculo, discurso, histórias, conversa, diálogo, documentação, léxico, dicionário, vocabulário, listas de palavras, frase livro, gramática, sintaxe, morfologia, fonologia, ortografia

Atualizado em: Wed 08 de fevereiro 00:19:13 EST 2017


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