sábado, 1 de abril de 2017

NT Palikur


O Novo Testamento
na
Língua Palikur do Brasil

Uhokri Gannasan

Mulher Palikur. Foto: Vincent Carelli, 1982
(Povos Indígenas no Brasil)



Esta edição para a Web do Novo Testamento na Língua Palikur é trazida a você por  Wycliffe Bible Translators, Inc. © 2014.



Recursos na Língua Palikur
1.   Baixar o módulo de telefone celular para MySword (Android)
3.   Baixar o Novo Testamento para uso com o software de estudo bíblico “The Word”


Homem Palikur. Foto: Vincent Carelli, 1982
(Povos Indígenas no Brasil)


Histórias Bíblicas, Mensagens, Canções e Músicas.
Este programa é trazido a você por Global Recordings Network. Histórias bíblicas curtas em áudio, mensagens evangelísticas que podem incluir canções e música. Explicam o plano da salvação e ensinam a base do Cristianismo. Nosso objetivo é que estas gravações sejam usadas na evangelização e em estudos bíblicos que levem a mensagem do Evangelho a pessoas iletradas ou que façam parte de uma cultura mais oral do que escrita, e em especial a grupos não alcançados.

Número do Programa: C06591
Nome do Idioma: Palikur
Duração do Programa: 15:11 min.

1. Você tem medo?  (3:52 min.)

2. Os dois caminhos (3:42 min.)

3. Criação (3:49 min.)

4. Noé (3:47 min.)

Downloads

Esta gravação pode não satisfazer aos padrões de qualidade de áudio da GRN. Mas esperamos que o ouvinte valorize o fato de receber a mensagem no seu idioma e isto venha superar qualquer distração possível. Por favor, envie sua opinião sobre esta gravação.
Copyright © 1968 Global Recordings Network. Este registro pode ser copiado livremente para uso no ministério pessoal ou local, na condição de que não seja modificado, vendido ou vendido em conjunto com outros produtos que são vendidos.


Menina Palikur. Foto: Vincent Carelli, 1982
(Povos Indígenas no Brasil)


Palikur, simplesmente “Índio”
Os Palikur, povo indígena falante de uma língua arawak, são uma das populações que há mais tempo vivem na região ao norte da foz do Amazonas. Sabe-se disso, porque, já na primeira década do século XVI, documentos de viajantes europeus relatavam a presença de uma numerosa sociedade indígena chamada Paricura, localizada na foz de um grande “mar de águas doces”. Esta história antiga significa também que os Palikur estão há tempos em contato com os não índios. Fato este que não se deu sem traumas, pois, até meados do século XX, custou-lhes muitas vidas e a diminuição radical de sua população. Na documentação histórica e em suas narrativas orais, os Palikur são descritos como bravos guerreiros e navegadores, qualidades que, por certo, os ajudaram a sobreviver e estar hoje aqui presentes numa situação de crescente aumento populacional. 


Comunidade Palikur da Aldeia Kumenê. Foto: Vincent Carelli, 1982
(Povos Indígenas no Brasil)


Nome
Em 24 de março de 1513, o viajante espanhol Vicente Yáñez Pinzon declara que “[...] a província dos Paricura se encontra imediatamente a noroeste do Mar doce, ou seja, do Amazonas.” (J.C. da Silva, 1981: §1637), seu companheiro de viagem, Manuel de Valdovinos estende ainda a denominação de Paricura para o rio Amazonas (J.C. da Silva, 1981: §1638). Após esta primeira menção, os índios atualmente conhecidos como Palikur foram diversas vezes citados em relatos e mapas de viajantes, documentos administrativos e etnográficos por uma miríade de corruptelas do mesmo nome, como: Paricuria, Paricura, Paricuras, Paricores, Palincur(s), Palicur, Palicours, Paricur, Pariucur, Parikurene, Parikuyen, Paricoros, Paricurarez, Parikur, Palicou-enne, Parincur-Iéne, Palikur, Pa’ikwene, Parikwene etc. (T.Hartmann,1984; D.Gallois,1986; entre outros).
Como numa brincadeira de telefone sem fio, o termo foi sofrendo transformações. O vocábulo que deu origem a estas transformações pode ter sido Parikwene, que, como explicam os Palikur, significa simplesmente “índio”, podendo ser aplicado a qualquer membro de uma etnia indígena. Hoje, cada lado da fronteira adota como etnônimo um termo distinto. Assim, por considerarem ‘Palikur’ uma palavra imposta pelos agentes do contato, os Palikur da Guiana francesa mais envolvidos no movimento indígena preferem autodenominar-se pelo vocábulo Parikwene. Já no Brasil, o nome adotado é ‘Palikur’, que é visto como um modo mais específico de autodesignação, ao passo que Parikwene é usado em seu conteúdo semântico ‘índio’ como um modo mais genérico de referência.


Habitação Palikur à beira do Rio Urukauá. Foto: Simone Dreyfus, 1978
(Povos Indígenas no Brasil)


Língua
Os Palikur falam o parikwaki, uma língua pertencente à sub-família Maipure filiada à grande família linguística Arawak. Na região, as outras línguas faladas são: o português; o francês; o créole, proveniente do francês, língua forjada na rede de relações socioeconômicas que interligava colonos franceses, escravos de origem africana e os índios da região; a língua Kaliña da família linguística Karib, falada pelos Galibi do Oiapoque; e o patoá, uma variação do créole que, por processos diferentes, foi adotada pelos Karipuna e Galibi-Marworno como língua indígena diferenciada.
A maioria dos homens Palikur, jovens e adultos, e algumas mulheres também falam o patoá, língua franca nesta região, mas restringem seu uso às relações comerciais, políticas e sociais experimentadas fora das aldeias ou, eventualmente, no contato com algum visitante que fale esta língua. Parte dos homens adultos fala o português, aprendido nas transações comerciais, nas relações de trabalho e nos poucos anos de escola frequentada. Mas esta língua é cada vez mais falada entre os jovens (homens e mulheres) por conta, sobretudo, da escolarização. Na Guiana francesa, a segunda língua é o créole, que vem disputando acirradamente espaço com o parikwaki. 
A inserção do francês e do português nos dois contextos não pode ser desvinculada dos processos de escolarização. A língua francesa é fortemente impulsionada pela escola, nela não existe ensino diferenciado, apenas algumas experiências de introdução de monitores bilíngues (O. Lescure, 2005), diferentemente do Brasil que possui professores indígenas e introduziu o ensino bilíngue nos primeiros anos de alfabetização. 
O processo de escolarização dos Palikur na Guiana e no Brasil segue, pelo menos, até o segundo grau. Mas são poucos os jovens que levam este processo até o fim do ensino médio e menos ainda aqueles que seguem até a faculdade. Contudo, mais recentemente, vem se observando no Brasil um crescimento no número de estudantes palikur que frequentam e concluem o terceiro grau. Isto se dá por conta de um acesso mais facilitado à universidade, por meio de cursos modulares realizados na cidade de Oiapoque, geograficamente mais próxima da área indígena, e pelo investimento das famílias (pais e cônjuges) no processo de formação educacional como um meio eficaz para entender e dominar o sistema político-econômico brasileiro.


Mulher Palikur trafega em balsa na época das chuvas (Aldeia Flecha). Foto: Nello Rufaldi, 1980
(Povos Indígenas no Brasil)


Localização
Os Palikur estão divididos entre os dois lados da fronteira Brasil/ Guiana Francesa. Em território brasileiro, estão localizados no extremo norte do Estado do Amapá, no perímetro do município de Oiapoque, na região da bacia do Uaçá, um tributário do baixo rio Oiapoque. São os habitantes mais antigos dentre as populações indígenas que atualmente vivem nesta região que, segundo dados arqueológicos e fontes históricas, até a invasão europeia, foi amplamente ocupada por populações Arawak. Hoje em dia, os Palikur são os únicos representantes dessa ocupação.
As aldeias no Brasil distribuem-se ao longo do rio Urukauá, afluente da margem esquerda do rio Uaçá. Seguindo o rio de sua cabeceira até próximo ao curso médio, observa-se uma vegetação de terra firme, mas, a partir deste ponto, em direção à foz, a vegetação muda e é tomada por campos que se mantêm alagados no inverno ou período de chuvas e, no verão, secam. Esses campos são entrecortados por tesos, nos quais estão localizadas as aldeias (ou paytwempu). Estas são treze, formadas seja por uma única família nuclear (pai, mãe e filhos), por um grupo doméstico (composto por um sogro, seus filhos (as) solteiros, suas filhas casadas e eventualmente seus filhos casados), ou pela reunião de vários grupos domésticos. 
Seguindo da cabeceira em direção à jusante do Urukauá, a primeira aldeia palikur avistada é Ywawka. Com cerca de sessenta habitantes, esta aldeia é relativamente recente em relação às outras, foi criada em 1998 e instalada na beira da estrada BR-156 com a finalidade principal de proteger a área indígena de possíveis invasões. Depois dela, seguindo rumo à foz do Urukauá e passando a área de Terra Firme, temos na margem esquerda: o Yanawa, que tem a população diminuta de sete pessoas, pertencentes a uma única família nuclear. Depois, em sequência, estão as aldeias de Kamuyrwa, com aproximadamente oitenta pessoas, e Pwaytyaket, com cerca de setenta habitantes, ambas compostas por mais de três grupos domésticos. Mais abaixo do rio fica a grande aldeia de Kumenê, com aproximadamente seiscentos e setenta habitantes (Funai- ADR/Oiapoque, 2003).


Mãe e filhos na Aldeia Kumenê. Foto: Artionka Capiberibe, 1996
(Povos Indígenas no Brasil)


Colada a ela, existe a pequena ilha de Tarukepti, habitada por quatorze pessoas. Ao lado de Tarukepti, está a aldeia de Amomni, com cinquenta e três habitantes. Mais abaixo fica a última aldeia palikur da margem esquerda, Isuwvinwa, também chamada de aldeia Urubu em português, com pouco mais de vinte pessoas. Na margem direita do rio Urukauá há: a aldeia de Kwikvit, que fica quase em frente a Pwaytyaket, e é habitada por cerca de quarenta pessoas, pertencentes a um único grupo doméstico. Logo em frente ao Amomni ficam as aldeias de Mawihri, que é também formada por um único grupo doméstico e tem cerca de quarenta habitantes, e a minúscula aldeia de Mbadgewni, habitada por nove pessoas. Irimwewni é a última aldeia palikur da margem direita, conhecida em português como Tauary, tem cerca de cinquenta habitantes. A última aldeia descendo o rio Urukauá é Flecha, formada principalmente por índios Galibi-Marworno, ela fica localizada quase na foz do rio, próximo à confluência do Urukauá com o Uaçá.
Na Guiana francesa, os Palikur compõem núcleos populacionais e/ou bairros indígenas em pelo menos quatro localidades diferentes: na cidade fronteiriça de Saint-Georges, nos municípios de Régina e de Roura, e em Macouria, cidade do entorno de Caiena, capital da Guiana francesa. Na região francesa do baixo Oiapoque os núcleos de população palikur mais importantes são: Village Espérance, Gabaret e Trois Palétuviers. A cerca de 20 Km de Caiena, encontra-se a aldeia palikur de Kamuyene, também conhecida pelo nome da cidade mais próxima, Macouria, está localizada à margem da Route Nationale 1 (RN1), próximo à costa da Guiana e tem aproximadamente duzentos habitantes. Entre Saint-Georges e Caiena, há dois núcleos populacionais palikur, um na Montanha Favard, dentro do perímetro da cidade de Roura, com cerca de 150 pessoas, e outro, conhecido como Wayam, na entrada da cidade de Régina, com cerca de trinta habitantes (F. Ouhoud-Renoux, 2000: 97).
Na Guiana francesa o gerenciamento das terras é bastante diferente do Brasil, o Estado francês criou as zones de droit d’usage (ZDU) “Zonas de direito de uso”, reconhecendo às “comunidades de habitantes que tiram sua subsistência da floresta” o “direito de uso coletivo sobre os espaços que ocupam para a prática da caça, da pesca e, de uma maneira geral, para o exercício de toda atividade necessária à subsistência dessas comunidades” (Decreto no. 87-267 de 14 de abril de 1987, apud. G. Collomb, 2005:19 – tradução minha). No entanto, de acordo com Collomb (2005: 19), esse decreto não assegura um reconhecimento jurídico da posse das terras pelos índios, pois é temporário, revogável e sua aplicação só pode ser feita se houver um acordo entre as comunidades e a cidade onde se localizam, o que no mais das vezes, não ocorre. No caso Palikur, apenas três comunidades se beneficiam das ZDU: Montanha Favard, Kamuyene e Wayam (A. Capiberibe & al., 2009: 36).

Este texto é trazido a você por Povos Indígenas no Brasil  (Saiba mais)



Jovem Palikur. Foto: Vincent Carelli, 1982
(Povos Indígenas no Brasil)


Palikúr: uma língua do Brasil
Palikur: ISO 639-3: plu
Estes dados são trazidos a você por Ethnologue Languages of the World
Nomes alternativos: Paikwene, Palicur, Palijur, Palikour, Palincur, Paricores, Paricuría, Parikurene, Parinkur-lene
Autodenominação: Pa'ikwaki
População: 1.290 (Iepe, 2010). Total de usuários em todos os países: 1.540.
Localização: Estado do Amapá: município de Oiapoque, Terra Indígena Uaçá I e II, em 10 povoados; Urucauá, afluente da margem direita do Uaçá entre os rios Uaçá e Curipi.
Status da linguagem: 5 (Desenvolvimento).
Uso da Língua: Forte vitalidade. Muitos também usam Karipuna Crioule Francês [kmv] (Crevels, 2007). Utilizam também o português [por] , especialmente a maioria da juventude educada (Crevels, 2007).
Desenvolvimento da linguagem: Taxa de alfabetização em L2: 25%. Dicionário. NT: 1982-2014.
Escrevendo: Alfabeto latino [Latn] .

Também falado na Guiana Francesa
Nome do idioma: Palikúr
População: 250 (Queixalos, 2000). Não monolíngues. População étnica: 500.
Localização: Distrito de Cayenne: Costa central e baixo rio Oyapock.
Nomes alternativos: Pa'ikwaki, Palicur, Palikour
Status: 5 (Desenvolvimento).


Mãe e filho. Aldeia Kumenê. Foto: Artionka Capiberibe, 1996


Arquivos Abertos de Línguas - OLAC
Palikur: ISO 639-3: plu

Textos primários
1.   Online. Le chamane et son frere (Ihamwi gikak gisamwi). Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2016. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique. oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_ihamwi
2.   Online. Le chamane et son frere (Ihamwi gikak gisamwi). Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2010. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique. oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_ihamwi_sound
3.   Online. Inaman l'esprit de la forêt. Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2011. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_inaman
4.   Online. Inaman l'esprit de la forêt. Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2010. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_inaman_sound
5.   Online. Karumayra le chamane. Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2011. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_karumayra
6.   Online. Karumayra le chamane. Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2010. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_karumayra_sound
7.   Online. Histoire de la veuve (Madankuno). Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2011. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_madankuno
8.   Online. Histoire de la veuve (Madankuno). Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2010. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_madankuno_sound
9.   Online. Mahukatye l'homme sans jambes. Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2011. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_mahukatye
10.       Online. Mahukatye l'homme sans jambes. Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2010. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique.oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_mahukatye_sound
11.       Online. Le beau-frere et la belle-soeur (Isanwit gihayo). Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2011. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique. oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_marivoka
12.       Online. Le beau-frere et la belle-soeur (Isanwit gihayo). Launey, Michel (depositor); Launey, Michel (researcher); Antonio os Santos dit "wet" (speaker). 2015. Centre d'Etudes des Langues Indigènes d'Amérique. oai:crdo.vjf.cnrs.fr:crdo-mla_marivoka_sound

Recursos lexicais
1.    Online. Crúbadán language data for Palikúr. Kevin Scannell. 2015. The Crúbadán Project. oai:crubadan.org:plu
2.    Yuwit kawihka dicionário Palikúr - Português. Green, Diana (compiler); Green, Harold G. (compiler). 1998. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:17061

Descrições da língua
1.   Online. Glottolog 2.7 Resources for Palikúr. n.a. 2016. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:glottolog.org:pali1279
2.   Online. phoible Online.  phonemic inventories for Palikur. n.a. 2014. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:phoible.org:plu
3.   Online. sails Online.  Resources for Palikúr. n.a. 2013. Max Planck Institute for the Science of Human History. oai:sails.clld.org:plu
4.   Online. Aspectos verbais e categorias discursivas da língua palikur. Dooley, Robert A.; Green, Harold G. 1977. Série Lingüística. oai:sil.org:16953
5.   Arawakan (Brazil) morphosyntax. Derbyshire, Desmond C. 1982. Work Papers of the Summer Institute of Linguistics, University of North Dakota Session. oai:sil.org:40085
6.   Online. wals Online.  Resources for Palikur. n.a. 2013. Max Planck Institute for Evolutionary Anthropology. oai:wals.info:plk

Outros recursos sobre a língua
1.     Online. Surface Structure of Palikur Grammar. Green, Harold; Green, Diana. 1972. WALS Online.  RefDB. oai:refdb.wals.info:2368
2.     Online. Noun Classification Systems of Amazonian Languages. Derbyshire, Desmond C.; Payne, Doris L. 1990. Amazonian Linguistics, Studies in Lowland South American Languages.oai:refdb.wals.info:4073
3.     Online. Comparative survey of morphology and syntax in Brazilian Arawakan. Derbyshire, Desmond C. 1986. Handbook of Amazonian languages 1. oai:refdb.wals.info:4624
4.     Compound propositions and surface structure sentences in Palikur (Arawakan). Green, Harold G.; Wise, Mary Ruth. 1971. Lingua. oai:sil.org:30204
5.     O sistema numérico da língua Palikúr. Green, Diana. 1994. Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Série Antropologia. oai:sil.org:2308
6.     Online. Palikúr numerals. Green, Diana. 1994. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:1223
7.     Online. A report on the creoles of Amapá. Anonby, Stan. 2007. SIL Electronic Survey Reports 2007-020. oai:sil.org:9041
8.     Você pode ler e escrever na língua Palikúr: Gramática sucinta da língua palikúr. Green, Diana; Green, Harold G. 1997. Sociedade Internacional de Linguística. oai:sil.org:3045
9.     Kaig adahan muwokweki akak kamukri. Iaparrá, Moisés; Espírito Santo, Daví; Iôiô, Alfonso. 1992. SIL, Fundação Nacional do Índio. oai:sil.org:48049
10.           Question words in Palikur, or Why do I get such dumb answers?. Green, Diana; Green, Harold G. 1975. Notes on Translation. oai:sil.org:7650
11.           Online. Palikur and the typology of classifiers. Aikhenvald, Alexandra Y.; Green, Diana. 1998. Anthropological Linguistics. oai:sil.org:3557
12.           Usos da fala direta no discurso Palikur. Green, Diana. 1979. Arquivos de Anatomia e Antropologia. oai:sil.org:3270
13.           Introduction to question words in Palikur. Crofts, Marjorie. 1975. Notes on Translation. oai:sil.org:7471
14.           Palikúr Calendar 1989. n.a. 1989. SIL Language and Culture Archives. oai:sil.org:51573
15.           Online. Palik?r: a language of Brazil. n.a. 2013. SIL International. oai:ethnologue.com:plu
16.           Online. Voce pode leer e escrever na lingua palikur: Gramatica sucinta da lingua palikur. Green, Diana; Green, Harold. 1997. Sociedade Internacional de Linguistica. oai:rosettaproject.org:rosettaproject_plu_book-2

Outros Recursos na Língua
1.   Online. Documentation of the Palikur (Arawak) Language. Elissandra Barros da Silva (depositor); Endangered Languages Documentation Programme (sponsor). n.d. Endangered Languages Archive. oai:elar.soas.ac.uk:0374

Outros nomes conhecidos e nomes dialetais: Paikwene, Palicur, Palijur, Palikour, Palincur, Paricores, Paricuria, Parikurene, Parinkur-lene
Fonte: http://www.language-archives.org/language.php/plu
Atualizado: Sábado, 01 de abril de 2017 03:26:42 EDT

  
Participe deste Projeto!
Ajude a Construir o Futuro que Nós Queremos!





Nenhum comentário: