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sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Felicidade em Ascensão no Mundo!


Felicidade em Ascensão no Mundo!
Instituto Gallup*


A pesquisa anual da Gallup Internacional mostra que a felicidade está em ascensão.
 Zurique, Suíça - 30 de dezembro 2014

Gallup International, líder mundial em pesquisa de mercado e sondagens, publicou o sua 38º pesquisa sobre as perspectivas, expectativas, opiniões e crenças de 64.002 pessoas de 65 países em todo o mundo.
A pesquisa é uma tradição anual iniciada em 1977 pelo presidente da associação, Dr. George Gallup, e realizada todos os anos desde então. Este ano foi realizado pela Associação Internacional WIN / Gallup em 65 países ao redor do mundo.

Dados principais:
1)    70% das pessoas em todo o mundo dizem que estão felizes com a sua vida. No ano passado, eram 60%, mas apenas 42% acreditam que 2015 será um ano de prosperidade econômica para o seu país;
2)    Fiji é o país mais feliz do mundo (93%), enquanto o Iraque é o menos feliz (31%);
3)    África (75%) e Ásia (63%) são os mais confiantes de que 2015 será melhor do que 2014;
4)    Apenas 12% dos europeus ocidentais acreditam que 2015 será um ano de prosperidade económica;
5)    Três em cada cinco pessoas no mundo iria para a guerra pelo seu país, incluindo Oriente Médio e África do Norte (77%), em contraste com a Europa Ocidental (25%).

Jean-Marc Leger, Presidente da WIN/Gallup International Association, disse:
"Embora as perspectivas para a economia do mundo permaneçam imprevisíveis, nossa felicidade se recusa a diminuir e continua a se elevar em todo o globo. A pesquisa deste ano também destaca que as pessoas de todo o mundo estão cada vez mais otimistas e acreditam que 2015 será um ano bom."

Um mundo mais feliz em 2015
Com 2014 chegando ao fim, 70% dos entrevistados na pesquisa WIN/Gallup dizem estar felizes, 10% a mais que 2013. Das 64.002 pessoas entrevistadas, apenas 6% se declararam insatisfeitas, em comparação ao ano passado (12%), enquanto que aqueles que não são nem felizes, nem infelizes mantiveram-se estáveis, em 23%, contra 26% no ano passado.
 A África parece ser a região mais feliz em 2014, com 83% dos entrevistados felizes em todo o continente, seguida pela Ásia (77%). Enquanto isso, aquelas da Oceania, região do Oriente Médio e Norte da África e Europa Ocidental são os menos satisfeitos com 14%, 13% e 11%, respectivamente, respondendo que elas são ou infelizes ou muito infelizes.
Juntando Leste e Oeste, a Finlândia provou ser o país mais feliz da Europa, onde 80% das pessoas disseram que estavam felizes, ainda que de alguma forma tímidas em relação a Fiji, nação mais feliz deste ano, onde 93% das pessoas disseram que estavam felizes ou muito felizes. A nação da Europa Ocidental mais infeliz deste ano foi a Grécia, onde 24% das pessoas entrevistadas disseram que eram ou infelizes ou muito infelizes, o que não surpreende, dada a recente turbulência econômica no país. Novamente, isso é de alguma forma menos do que o pais mais infeliz do mundo, que foi o Iraque, onde cerca de um em cada três pessoas (31%) disse que era ou infeliz ou muito infeliz.

Escalas de Otimismo
Do ponto de vista global, a pesquisa mostra que cerca de metade (53%) dos entrevistados acham que 2015 vai ser melhor do que 2014, 5% a mais que ano passado. O número dos que pensam que será pior caiu de 15% para 5%África (75%) e Ásia (63%) são os mais otimistas sobre o próximo ano. Por outro lado, a Europa Oriental, região do Oriente Médio e Norte da África e Europa Ocidental provou ser as regiões mais pessimistas, com 28%, 27% e 26%, respectivamente, pensando que 2015 será pior do que o de 2014.
Nigéria provou ser o país mais positivo para 2015, com 85% que acham que vai ser melhor Considerando que o Líbano foi mais pessimista, com apenas 26% dizendo que eles acreditam que será melhor e 52% acreditam que será pior.

Economias ocidentais em foco
Quando perguntado se o próximo ano teria prosperidade econômica, 42% dos entrevistados acreditam que será melhor, enquanto 23% acreditam que haverá das dificuldades econômicas. Contudo, países da Europa Ocidental continuam a acreditar que a economia vai se arrastar durante 2015, 44% acreditando que será o mesmo que 2014 e 40% acreditando que será um ano difícil, em contraste com apenas 12% que acredita que haverá prosperidade econômica. 
Este é um sentimento corrente no ano passado, quando 42% acreditava que neste ano haveria dificuldades econômicas e 11% achavam que haveria prosperidade. Para além de ser otimista sobre 2015 como um todo, a Nigéria também provou ser o mais otimista sobre a economia, com 80% acreditando que será um ano próspero. Os países mais pessimistas pesquisados ​​foram a França, Sérvia, Grécia e Bélgica, onde 57%, 56%, 54% e 54%, respectivamente, disseram que no próximo ano haveria dificuldades econômicas e apenas 6%, 15%, 12% e 4%, respectivamente acreditando que haveria prosperidade econômica. 

Você luta por seu país?
No ano que marcou o centenário do início da "Grande Guerra" é notável ver como as pessoas responderam à questão de saber se elas estariam dispostas a lutar por seu país. Globalmente, 60% disseram que estariam dispostas a pegar em armas em favor do seu país, enquanto 27% não estariam dispostas. 
Europa Ocidental provou ser a região mais reservada a lutar por seu país com apenas 25% dizendo que lutariam, enquanto a metade (53%) afirmaram que não lutariam por sua bandeira. 
Isso contrasta fortemente com as pessoas dos países árabes do Oriente Médio e Norte da África, que são os mais propensos a lutar por seus países (77%), seguido por aqueles que vivem na Ásia (71%).
 44% dos entrevistados nos EUA disseram que vão lutar por seu país, enquanto o valor era de apenas 27% no Reino Unido, 29% na França e 18% na Alemanha
Apesar de ser amplamente reconhecida por sua neutralidade, 39% das pessoas da Suíça disseram que estariam dispostos a ir para a guerra pelo seu país. Foram os italianos que se revelaram menos dispostos a pegar em armas pelo seu país com 68% revelando que se recusam a fazê-lo.

Você poderá acessar e baixar o arquivo completo da pesquisa do Fim do Ano 2014Final do Ano 2014
Continue lendoResultados Regionais
 Para mais informações por favor contateSarah Weill

* Devido às incongruências encontradas entre as informações disponibilizadas nesta pesquisa do Instituto Gallup e o conteúdo do vídeo produzido pela Globo News Em Pauta, sobre os resultados da pesquisa, seguiu, nesta data, e-mail com o seguinte teor para os canais competentes da Rede Globo de Televisão:

Na matéria intitulada "Pesquisa divulga lista dos povos mais infelizes do mundo" publicada no site da Globo News - Em Pauta, em 02/01/2015, a jornalista Sandra, em Nova York, comunica alguns resultados importantes da pesquisa disponibilizada a partir de 30/12/2014, pelo Instituto WIN/Gallup International.
Ocorre que, durante a apresentação dos “Países Menos Felizes”, (que seguiu após a apresentação dos “Países Mais Felizes”) a jornalista Sandra, assim como também era exibido no painel do programa, destaca a Grécia como 1º colocado, liderando com 24% de pessoas "felizes", enquanto a pesquisa do Gallup aponta 24% de pessoas infelizes ou muito infelizes.
O mesmo equívoco ocorre com a apresentação do Iraque, quando a jornalista o apresenta como 2º colocado com 69% de "infelizes" e 31% de "felizes", enquanto o Gallup divulga 31% de infelizes, e, portanto, tem o Iraque, e não a Grécia, como 1º colocado na lista de “Países Menos Felizes”.
O que precisamos saber é se o erro partiu da jornalista, da produção ou do Instituto Gallup, pois é certo que a questão requer emissão de errata nos moldes do bom senso, em atenção ao compromisso com a qualidade da informação divulgada à população.
Peço, encarecidamente, informar sobre possibilidade do Gallup ter corrigido as informações no site do Instituto, após terem sido divulgadas pela GloboNews.

Certo de sua compreensão, aguardo um breve retorno,
Márcio Monteiro Rocha


Algumas considerações que importantes
De acordo com a opinião geral dos brasileiros, uma pessoa que afirma ser feliz, mesmo em meio à miséria, é uma pessoa “doente”, e não uma pessoa feliz. Particularmente, considero esta opinião extremamente importante para a reflexão sobre o assunto. No entanto, para sustentá-la, seria necessário considerar inválidas todas as pesquisas e estudos científicos, teóricos e de campo, já realizadas na área de ciências sociais e políticas, além de todo esforço empreendido no campo do desenvolvimento humano e econômico.
Anular estes resultados, naturalmente denunciantes, é meta imprescindível ao pequeno percentual humano detentor das fontes de riqueza da terra e dos meios de produção criados para sua manufatura. Em termos mais objetivos, a miséria humana precisa ser mantida e sempre reconstituída, através da injustiça social e econômica para que coexistam dois fatores preponderantes ao atual senso de desenvolvimento econômico: (1) a determinação em não ser contado entre os miseráveis, e (2) a força de trabalho que esta determinação produz. Desde que a história tem sido registrada, o único beneficiário neste processo é aquele pequeno percentual humano detentor das riquezas e meios de produção.
A realidade objetiva dos fatos revela a felicidade dos empobrecidos, e é divulgada por meio de um jornalismo desrespeitoso, como foi o caso do programa “Em Pauta” na Globo News. Entre todas as riquezas exploradas das nações, uma não tem sido possível tirar delas: sua felicidade. Como isso é possível? Somente os empobrecidos e os resultados das pesquisas é que possuem esta resposta, razão pela qual organizações como o Instituto Gallup, executoras da pesquisa, não tem o poder de publicá-las.
As pessoas que se privam desta reflexão, o fazem com o fim de sustentar um modo diametralmente oposto de interpretar o assunto. Alcançar o triunfo pessoal, satisfazendo as solicitudes da própria vontade, é objetivo inegociável destas pessoas. No entanto, tal objetivo não repousa sobre uma reflexão diligente sobre as vicissitudes da existência humana, mas sobre as determinações de um sistema econômico-financeiro excludente e insustentável.
Os resultados destas pesquisas são amplamente discutidas em livros, teses de doutorado e pesquisas institucionais produzidas em todo o mundo. Parte delas pode ser encontrada na internet. Uma busca cuidadosa fará com que qualquer pessoa deixe o condicionamento da ignorância autocontrolada, e passe a cultivar uma consciência viva e ativa em meio à realidade envolvente.

“E continuou, dizendo a todos: Prestem atenção! Tenham cuidado com todo tipo de avareza porque a verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam muitas.”
-- Lucas 12.15 
“A felicidade não se encontra nos bens exteriores.”
-- Aristóteles






Manaus 2015: A Questão do Meio Ambiente


Manaus 2015
A Questão do Meio Ambiente

Meio Ambiente: Perspectivas 2015


Meio ambiente
A vegetação da capital é densa, e tipicamente coberta pela floresta Amazônica. Com uma flora diversificada, abriga vários tipos de plantas, além da vitória-régia, uma espécie aquática ornamental. Existem plantas bem próximas umas das outras, o que torna a vegetação úmida e impenetrável. Há espécies com folhas permanentes, encarregadas de deixar a floresta com um verde intenso o ano todo. Manaus é tida como a "Capital Ambiental do Brasil", pelo seu extraordinário recurso natural. Cerca de 98 % dos 11.401,058 km² da área rural do município está intacta.
Toda a fauna da floresta tropical úmida presente na Amazônia também se encontra na cidade. Nas áreas rurais do município, há inúmeras espécies de plantas e pássaros, inúmeros anfíbios e milhões de insetos.
Os grandes mamíferos da água, como o Peixe-boi e o Boto, são encontrados principalmente em regiões sem muita movimentação do Rio Negro, em lagos encontrados no bairro Tarumã e também em alguns reservatórios da cidade, como o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Algumas árvores de origem amazônica, como a Andiroba e Mafumeira (também conhecida como Sumaúma), são encontradas em parques da cidade como o Parque do Mindu e Parque Estadual Sumaúma. Este último recebe este nome em razão da grande quantidade de árvores mafumeiras que possui e atualmente é um parque estadual. Répteis como tartarugas, caimões e víboras também ali habitam. Há pássaros e peixes de todas as espécies, plumagens e peles. Em algumas regiões ao longo do Rio Amazonas, floresce a planta Vitória-régia, cujas folhas circulares chegam a mais de um metro de diâmetro.

Parques e espaços públicos
A cidade conta com importantes parques e reservas ecológicas, como o Parque do Mindu, o Parque Estadual Sumaúma, o Parque Ponte dos Bilhares e o Jardim Botânico Adolpho Ducke (o maior jardim botânico do mundo) entre outros.
O Parque do Mindu localiza-se na Zona Centro-Sul de Manaus, no bairro Parque 10. É hoje um dos maiores e mais visitados parques municipais do Amazonas. Foi criado em 1989, através de um manifesto popular iniciado pelos moradores do bairro Parque 10. Com 33 hectares de biodiversidade, é uma das quatro Unidades de Conservação, vitrine das espécies de flora, fauna e outros elementos do ecossistema amazônico. O objetivo do Parque é promover e desenvolver atividades ambientais e culturais com a finalidade de propiciar momentos de integração comunitária, permitindo despertar os habitantes do entorno e os visitantes para questões socioambientais e culturais no que diz respeito à valorização do meio ambiente. Abriga uma considerável população de Soim-de-coleira, um pequeno símio que existe apenas na região de Manaus. O soim-de-coleira possui pelos castanhos no corpo e pelos brancos no pescoço, o que faz com que pareça usar uma coleira. Apesar de pequeno, o macaco possui garras extremamente afiadas, que o ajuda a subir e descer das árvores. O Parque do Mindu possui ainda um orquidário, um canteiro de ervas com propriedades terapêuticas e aromáticas e trilhas suspensas.
O Parque Ponte dos Bilhares localiza-se na zona Centro-Sul, no bairro da Chapada. É uma das menores áreas verdes do espaço urbano do município, porém é referência em sua estrutura. Possui bares, lanchonetes, anfiteatro, biblioteca, áreas desportivas e turísticas. O Jardim Botânico Adolpho Ducke possui mais de 100 km² de sua reserva florestal em Manaus. No parque há um monumento, que representa os diferentes tipos de madeira encontrados na Amazônia e um viveiro de mudas com as plantas nativas do lugar. Há também uma biblioteca especializada em literatura sobre botânica e meio ambiente, além de um pavilhão para a realização de eventos e palestras sobre a natureza. As trilhas existentes no parque somam mais de três quilômetros. O parque abriga inúmeras espécies de animais em extinção, como araras, tucanos, tatus e onças-pintadas.
O Parque Estadual Sumaúma foi criado através do decreto nº 23 721 de 5 de setembro de 2003, com uma área de 51 hectares. O parque é a primeira Unidade de Conservação Estadual localizada na cidade de Manaus. Localiza-se no bairro Cidade nova, na zona norte da cidade. É o menor parque estadual do Amazonas e é aberto a visitações todos os dias, exceto aos domingos. Possui estrutura estável, sendo regido pela Secretaria de Meio Ambiente do Amazonas em parceria com o Conselho do Parque Sumaúma, formado por associações comunitárias de bairros próximos e entidades da sociedade civil.

Poluição ambiental
A poluição atmosférica do ar na cidade é intensa, devido principalmente à enorme quantidade de automóveis que circulam diariamente na cidade e às indústrias pertecentes ao Polo Industrial de Manaus.
Além da poluição atmosférica a cidade sofre também com o aumento poluição hídrica em seus dois principais rios, o rio Negro e o rio Solimões. Atualmente o rio Negro passa por um programa de despoluição que dura alguns meses. Esse programa, realizado pelo poder público, é chamado de Prosamim, e também serve como modelo para despoluir rios em países sul-americanos, como a Argentina. O processo de expansão urbana nas últimas décadas aliou especulação imobiliária, esvaziamento das áreas centrais e precariedade nos novos loteamentos; desta forma, devido à dificuldade de aceder à terra urbana qualificada em áreas centrais, milhares de famílias viram-se obrigadas a ocuparem regiões ambientalmente frágeis - como as de mananciais.
O problema do abastecimento equilibrado de água para a cidade - e para a metrópole, de uma forma geral - também se configura como questão preocupante: apesar de possuir muitas fontes de água em seu próprio perímetro, Manaus sofre com a falta de água para a população da zona leste. O problema da poluição da água também é agravado pela ocupação irregular das áreas de mananciais, ocasionada pela expansão urbana.




Veja a nossa petição:
Presidência da República Encaminha aos Ministérios a Nossa Petição: goo.gl/hwkH5L

Veja a perspectiva 2015:
1.   A Questão da Educação: goo.gl/qh2SrS
2.   A Questão da Saúde I: goo.gl/AmTO5v
3.   A Questão da Saúde II: goo.gl/8eJXEI
4.   A Questão do Transporte I: goo.gl/p9L1kK
5.   A Questão do Transporte II: goo.gl/RU94UR
6.   A Questão da Infraestrutura: goo.gl/JxhMw8
7.   A Questão da Segurança Pública: goo.gl/sU6CJp
8.   A Questão do Meio Ambiente: goo.gl/otkJ9W
9.   A Questão da Arena da Amazônia: goo.gl/9HaKtn
10.       A Questão da Cultura: goo.gl/p5B369



Manaus 2015: A Questão da Cultura


Manaus 2015
A Questão da Cultura


Cultura Manauara
A cultura do município é influenciada pelos povos nativos da região e pelos diversos grupos de imigrantes e migrantes que ali se estabeleceram, principalmente espanhóis. Manaus tornou-se uma cidade com ampla miscigenação cultural e diversificadas culturas. Os nordestinos que migraram para a Amazônia no fim do século XIX e início do século XX, atraídos pelo Ciclo da Borracha, também contribuíram para a formação da cultura municipal. Tudo isso gerou em Manaus uma cultura mestiça e com grande contribuição e permanência da cultura indígena. Manaus possui uma ampla rede de teatros, casas de show e espetáculos. Instituições de ensino, museus e galerias de arte não raro empregam superlativos em suas descrições (sedia, por exemplo, o Teatro Amazonas - um dos mais belos teatros da América Latina - a Universidade Federal do Amazonas a primeira universidade criada no Brasil, no ano de 1909, antes chamada de Escola Universitária Livre de Manaós - o Museu do Homem do Norte - o maior museu do Norte do país que divulga a identidade étnica cabocla.
A Casa da Cultura de Manaus, construída em 2001, abriga a Biblioteca Pública Padre Agostinho Caballero Martin, a Galeria de Arte Álvaro Páscoa e o Espaço Maestro Nivaldo Santiago. Todos estes espaços são reservados à cultura do município. A biblioteca possui 9 mil acervos didáticos com referências à cultura e arquitetura amazonense, em especial de Manaus. A galeria possui uma exposição semanal chamada de "História da Arte - Da Antiguidade a Arte Pop" dedicada entre outras coisas a manter 77 reproduções de obras fundamentais da História da Arte Contemporânea. Além da Casa da Cultura, a cidade possui a Casa das Artes de Manaus, localizada no Largo São Sebastião. A Casa das Artes de Manaus dedica-se principalmente a música, artes plásticas, artes visuais e literatura.
Nos meses de junho e julho, à semelhança do Festival Folclórico de Parintins, acontece na cidade o Festival Folclórico de Manaus. Há o desfile dos Bois-Bumbás "Boi Brilhante", "Boi Corre Campo" e "Boi Garanhão". 

Boi Bumbá Garantido

O Boi Brilhante foi criado em 1982 e é oriundo do bairro Praça 14 de Janeiro, tendo como principal característica sua cor branco malhado e marrom. O Boi Corre Campo é o mais antigo, tendo sido criado em 1 de maio de 1942 no bairro da Cachoeirinha. A cor do Boi Corre Campo é branca. Por último, o Boi Garanhão tem sua origem em 1991, no bairro Educandos. 

Boi Bumbá Caprichoso

A cor do boi é preta, à semelhança do Boi Caprichoso. O Boi Garanhão é tido como "celeiro de arte, famoso por ter sido, ao longo dos tempos, berço de muitas manifestações folclóricas e culturais.". O Festival Folclórico de Manaus é realizado anualmente pela Associação de Grupos Folclóricos do Amazonas.

Eventos
Manaus realiza diversos eventos todos os anos. Alguns já são bem conhecidos pela população local. O Carnaval de Manaus, realizado no mês de fevereiro como nas demais capitais brasileiras, é um dos maiores da Região Norte Brasileira. Juntamente com o carnaval, é realizado o Carnaboi, uma mistura de ritmos carnavalescos com o boi-bumbá de Parintins.
Há diversos eventos sediados e realizados na cidade, sejam culturais, desportivos e econômicos. Entre as realizações culturais notáveis, estão o Mês do Mestiço e do Caboclo, realizado no mês de junho pelo Nação Mestiça, em parceria com o poder público municipal e estadual. É comemorado desde 2007, baseado no Dia do Caboclo e Dia do Mestiço. O Arraial de Festa Junina da cidade, comemorado em junho na Praia da Ponta Negra, também é uma das comemorações culturais do município.
Desde 2002, Manaus realiza a Feira Internacional da Amazônia, evento que trata sobre problemas ambientais e que conta com a participação do governo federal, governos dos estados da Amazônia e representantes de diversos países. No âmbito cinematográfico, é sediado na cidade o Amazonas Film Festival, realizado sempre nos meses de outubro e novembro.
Os eventos do município que mais se destacam são os musicais, como o Festival Amazonas de Ópera, realizado nos meses de abril e maio; Festival Amazonas de Jazz, realizado em julho; Samba Manaus, realizado no mês de setembro, fazendo da cidade a terceira capital do samba no Brasil, após Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente e é realizado desde 1999; e o Boi Manaus, realizado desde 1997 em 24 de outubro em comemoração ao aniversário da cidade.
                       
Veja a nossa petição:
Presidência da República Encaminha aos Ministérios a Nossa Petição: goo.gl/hwkH5L

Veja a perspectiva 2015:
1.   A Questão da Educação: goo.gl/qh2SrS
2.   A Questão da Saúde I: goo.gl/AmTO5v
3.   A Questão da Saúde II: goo.gl/8eJXEI
4.   A Questão do Transporte I: goo.gl/p9L1kK
5.   A Questão do Transporte II: goo.gl/RU94UR
6.   A Questão da Infraestrutura: goo.gl/JxhMw8
7.   A Questão da Segurança Pública: goo.gl/sU6CJp
8.   A Questão do Meio Ambiente: goo.gl/otkJ9W
9.   A Questão da Arena da Amazônia: goo.gl/9HaKtn
10.       A Questão da Cultura: goo.gl/p5B369



Manaus 2015: A Questão da Arena da Amazônia


Manaus 2015
A Questão da Arena da Amazônia



O Nacional Futebol Clube é um dos principais clubes de futebol da cidade, tendo sido fundado no dia 13 de janeiro de 1913. A sua sede por muito tempo ficou estabelecida na Rua Saldanha Marinho, no Centro Histórico de Manaus, porém, décadas depois, houve a definitiva localização na rua São Luís, no bairro Adrianópolis.
O Nacional fez a primeira partida Oficial do Primeiro Campeonato Amazonense de Futebol no dia 8 de fevereiro de 1914 contra o Manaós Sporting. Conseguiu entre 1916 e 1920 um inédito pentacampeonato amazonense. Anos mais tarde, o termo "Onde tem taça é do Naça" ganhou mais força com os inúmeros títulos regionais do clube de futebol.
O "Naça”, assim como é comumente conhecido pelos amazonenses, tem como símbolo um "Leão azul". É o Clube com maior quantidade de títulos estaduais, tendo conquistado 41 títulos. Grande revelador de talentos, fez surgir uma gama de estrelas do futebol nortista, tais como Marcolino, Gatinho e Paulo Onety, na época do amadorismo da FADA (Federação Amazonense de Desportos Atléticos).
No final da década de 1960, especificamente em 1969, o Nacional teve a primazia de fazer uma partida preliminar do jogo entre a Seleção Brasileira (que viria a ser tricampeã mundial no México em 1970) e a Venezuela, em jogo válido pelas eliminatórias. Nesse jogo amistoso, o Nacional enfrentou o Maringá, onde venceu o time por 1 x 0.
Com a sua tradição de conquistas, na década de 1970 conseguiu um inédito hexacampeonato (1976-1981). Jogadores como Alfredo Mostarda, Antenor (campeão brasileiro em 1977 com o São Paulo Futebol Clube) também fizeram parte do time.
Em 1984 o Nacional fez uma excursão ao Marrocos no Norte da África, onde participou da Copa do Rei Fayhad, sagrando-se campeão. Antes porém, em 1980 foi campeão da Taça do Pacto Amazônico, que reuniu equipes como Fast Clube, Tuna Luso, Milionários (Colômbia), Alianza e Cristal (Peru), dentre outras equipes sul-americanas.
Fundado em 13 de novembro de 1913, o Atlético Rio Negro Clube é o segundo maior detentor de títulos estaduais, com 17 conquistas oficiais no total. O Galo de Manaus, um dos principais clubes da região Norte, conta também com participações nas principais divisões do futebol Brasileiro, além de figurar em competições regionais, onde conquistou importantes títulos para o futebol local.
Possui grandes ídolos dentro do futebol amazonense, como o mítico goleiro Clóvis, o "Aranha Negra", um dos grandes arqueiros que defenderam o clube. Passaram também pelo clube alvinegro, grandes nomes do futebol nacional e regional como Silva, Denilson e Reinaldo. O Rio Negro tem a sede social mais conhecida dos clubes de Manaus, localizada na Praça da Saudade, que fora campo oficial do clube por longos anos.
O São Raimundo Esporte Clube, fundado em 18 de novembro de 1918, participante da Série “B” do Campeonato Brasileiro de 2000 a 2006, quando foi rebaixado. O clube de futebol foi sete vezes campeão amazonense, três vezes campeão da Copa Norte, devido à sua ascensão teve um grande aumento de torcedores, sendo assim o terceiro de maior torcida dentre os grandes do Amazonas, e, chegou a participar de uma Copa Conmebol e tendo assim seu nome lembrado fora do país. O São Raimundo Esporte Clube é o único de Manaus a possuir estádio próprio.
Outro clube de futebol da cidade é o Nacional Fast Club, fundado no início dos anos 1930, a partir de uma dissidência do Nacional Futebol Clube, conquistou seis campeonatos amazonenses, além de ter sido Campeão do Norte e vice-campeão do Norte-Nordeste em 1970.
Alguns eventos desportivos já foram sediados na cidade, e há alguns espaços nesta dedicados a eventos de esportes. O maior deles é a Arena Amazônia, construído para abrigar jogos da Copa do Mundo de 2014, no lugar do Estádio Vivaldo Lima, inaugurado em 1970 pela Seleção Brasileira e possuía capacidade para 38.000 torcedores, e demolido em julho de 2010.


 
Arena da Amazônia
Uma das sedes da Copa do Mundo FIFA de 2014.


Outros espaços desportivos de grande e médio porte são a Arena Amadeu Teixeira e o Estádio Ismael Benigno, conhecido como Estádio da Colina. São encontrados, ainda, espaços desportivos de menor porte, como o Estádio Roberto Simonsen e o Estádio Carlos Zamith.
Manaus é uma das únicas cidades do Brasil a realizar a Copa Indígena, evento esportivo que tem como alvo os Povos Indígenas do Amazonas. A cidade iniciou o evento em 2009, sendo a pioneira no Brasil na socialização indígena. A Copa Indígena consiste na disputa de clubes de futebol formado apenas por etnias indígenas que disputam entre si.

Veja a nossa petição:
Presidência da República Encaminha aos Ministérios a Nossa Petição: goo.gl/hwkH5L

Veja a perspectiva 2015:
1.   A Questão da Educação: goo.gl/qh2SrS
2.   A Questão da Saúde I: goo.gl/AmTO5v
3.   A Questão da Saúde II: goo.gl/8eJXEI
4.   A Questão do Transporte I: goo.gl/p9L1kK
5.   A Questão do Transporte II: goo.gl/RU94UR
6.   A Questão da Infraestrutura: goo.gl/JxhMw8
7.   A Questão da Segurança Pública: goo.gl/sU6CJp
8.   A Questão do Meio Ambiente: goo.gl/otkJ9W
9.   A Questão da Arena da Amazônia: goo.gl/9HaKtn
10.       A Questão da Cultura: goo.gl/p5B369